sábado, 24 de julho de 2010
Pausa obrigatória. Isso requer reflexão!
Olá queridos, mais uma vez, estou aqui, em mais um daqueles momentos de desabafo. Antes desse desabafo, eu pensei e vi que era necessário deixar isso registrado aqui, pois é algo que me intriga muito. O fato intrigante no qual este texto irá tratar é sobre pessoas que não sabem o que quer. E a partir daí, surgirá ramificações relacionadas (ou nem tanto assim). Sabe, parei para observar, e observei que pessoas perto de mim são realmente confusas sobre si mesmas. Em especial, duas. A primeira pessoa (obviamente não citarei nomes por motivos éticos) é mesmo bem próxima de mim. Próxima só fisicamente, pois envolvimento real nesses últimos tempos é praticamente inexistente. E é ruim, porque eu gosto da mesma, o problema é que até hoje não sei o que fiz exatamente para que ela não simpatizasse tanto assim comigo. Talvez para ela, falar comigo seja alguma obrigação imposta pela sociedade (ok, só eu entendo essa parte, mas é bom compartilhar isso, lembrem-se: isso é um desabafo!). E eu fico preocupada com ela, apesar de ser uma pessoa bem grandinha, tá que às vezes, parece ser grande só na idade, porque em atitudes, pff... é lamentável. E pior é não saber o que se passa com a mesma, pois parece que está passando por dificuldades e conversar com ela seria... complicado. Uma pessoa BEM difícil de lidar. Mas o que eu queria mesmo falar sobre essa pessoa é que apesar de ter vivido mais do que eu, ter evoluído no quesito intelectual, a questão moral só piora. Uma pessoa que cresce, mas ao mesmo tempo estagna, sabe? Vive um relacionamento amoroso um tanto quanto fantasioso e não está bem com tudo isso. A pressão por casamento: definição consolidada na sociedade (fato!), um aparente descontentamento com sua profissão, e um lado emocional frágil, e mesmo obscuro. Daí a minha análise: essa pessoa parece não saber quem é até o presente momento. Não sabe se aceita a pressão e casa ou vive sua vida otimamente bem no estado civil solteiro. Para mim, parece uma decisão simples, mas para essa pessoa parece ser um martírio (sabe-se lá porquê). Porém, eu só queria que essa pessoa se encontrasse na vida dela, pois mesmo com tudo o que acontece, é uma pessoa que gosto mesmo. E mesmo assim, ela só se machuca e vive uma vida que ela supõe ser a correta para mostrar aos outros o quanto é feliz, quando na verdade, bem lá no fundo, sua escolha seria outra, uma que seria certamente repreendida por muitos, mas é o que ela deseja viver intensamente. Falta pulso, falta coragem. Talvez, até medo da solidão. É, meus caros, não deve ser fácil mesmo. Eu só queria MESMO que essa pessoa voltasse a ser o que ela era, de um jeito até melhor, e não desse jeito pesado e fechado que ela tomou para si como uma armadura para proteger-lhe de todas as coisas maléficas (e até benéficas) deste mundo. Enfim, é uma lamentação que vem bem de dentro do coração. Por enquanto, fica como um desejo, ou até mesmo uma prece. E o que o Cara lá de cima me escute se for possível. Já a segunda pessoa, bem, não é uma lamentação tão profunda quanto a primeira, mas não deixa de ser uma lamentação, pois é uma pessoa sem rumo, empolgada com as tendências, empregos rentáveis... os sonhos parecem mesmo inalcançáveis ou muito idealizados. Uma pessoa que realmente não sossega. Inconstante seria a melhor palavra para definí-la. Não gosto de dizer essa palavra, mas parece que agora é a única que expressa melhor o que eu sinto por essa pessoa: PENA. Eu sei que quem tem pena é galinha, mas eu não deixo de ter pena. Não que eu seja uma galinha... Ah, enfim, vocês entenderam. Eu só desejava e ainda desejo o seu melhor, mas acredito na ídéia de que tudo é uma escolha. E cada um faz as escolhas que melhor lhe sustentam. Claro que algumas pessoas escolhem coisas pelo momento, e esquecem de que a escolha tomada apenas pelo momento pode ser aquela que levará sua vida para o desastre completo. É lamentável perceber o rumo que a vida de algumas pessoas tomam, ainda mais se são pessoas pelas quais você sente afeto. Infelizmente! E o que ainda me resta é rezar. Sim, ainda acredito na inteligência superior a qual chamam de Deus. E é Ele que não me deixa esmorecer por muito tempo. E é com Ele que sigo, no meu coração e na minha mente. Aproveito e desejo que Ele se faça presente na vida de todos vocês, mesmo na vida daqueles em que não acreditam na Sua existência. Ai, é sempre bom poder escrever aqui, me sinto bem melhor. Tirei esse pesinho incômodo da cabeça. É isso, gente, mil beijocas, e até a próxima.
sábado, 17 de julho de 2010
Expanda-se!
Expandir! E por quê não? Expandir pensamento, conhecimento, sentimento, coração... Novos ares, novos horizontes. Vamos crescer, vamos olhar a vida com outros olhos: os do coração, os da alegria, os da verdade. Olhos de vida. Vida boa. Vida marcante. Chega de tudo que nos impede de evoluir. Vamos fazer o melhor por nós mesmos SEMPRE. Para quê deixar para o amanhã? A vida sempre convida para uma nova fase, um novo contexto e certas vezes estamos tão preocupados apenas com os problemas, que esquecemos do lado bom de viver e poder ser útil. Ajudar alguém. Ajudar-se. Tudo pode ser melhor se encararmos da melhor forma as coisas que acontecem conosco. Sofrimento é sempre opcional e a dor, vez ou outra, chega em nossas vidas, mas cabe a nós permitir por quanto tempo ela ficará em nossas vidas. Um ano ou um dia? Eu ainda prefiro a segunda opção, porque não dá para viver de amarguras, pois, por um acaso, elas servirão de algo em nossas vidas? Nos farão amar? Nos farão mais doces? Nos farão mais alegres? Ou então, nos farão sorrir ao acordar no primeiro raiar do sol? Não, elas apenas tomarão um espaço desnecessário dentro de cada um de nós, espaço este reservado à alegria, à doçura e à ternura. Sorria, sorria e SORRIA. Faça o dia valer a pena começando com o gesto mais simples e que favorecerá a si e aos outros: sorriso. Distribua um, dois, três, infindáveis sorrisos mesmo quando as coisas ao redor pareçam insolucionáveis. A melhor expansão: a dos lábios quando se abrem em um belo e radiante sorriso. Eu lhe desejo o meu melhor sorriso. Sorria e Contagie. Sorrir - e tenho dito.quarta-feira, 14 de julho de 2010
Apesar dos pesares, tudo vai bem.
Olá Terráqueos, tudo bem por aí? Aqui pelo meu mundo cerejístico, vai tudo bem. Claro, sempre tem aqueles pequeníssimos detalhes para incomodar, mas nada que não possa ser resolvido (em alguns casos, desprezar, porque tentar resolver seria uma enorme perda de tempo). Nesses últimos tempos tenho percebido a quantidade de pessoinhas descartáveis que têm passado pela minha vida. Só passaram mesmo para deixar um recado: Tem gente ruim no mundo sim, só pra não perder a graça. E você deve se perguntar: tem graça ter gente ruim no mundo? Sim, claro - é a resposta. E quer saber por quê? Somos seres ainda falhos, precisamos evoluir e que, em hipótese nenhuma, podemos nos acomodar, em qualquer situação que seja. E é ai que entram as tais pessoinhas ruins nesse mundo. Elas servem justamente para nos incomodar, para não nos deixar acomodar em qualquer parada da vida, para nos mostrar que sim, precisamos parar de vez em quando (para pensar, refletir, evoluir, crescer - e mais uma porção de coisas que nos fazem brecar vez ou outra) devido as suas atitudes maldosas, mas sem esquecer que essa parada não pode ser muito longa, senão, já sabe - acomodação. Elas têm utilidade no momento certo, e é preciso a perspicácia de cada um entrar em ação para saber a hora de descartá-las. Porque coisinhas ruins na medida certa nos melhoram (se souber encarar e ver o lado bom das coisas), mas exageradamente, nos tiram do eixo. E eu, claro, estou aprendendo a utilizar a perspicácia para saber a hora de dar tchau para uma situação crítica. Chega de tanta mágoa e tanta dor. Está na hora de curtir mais quem nos quer bem, porque, convenhamos, é simplesmente desgastante só olhar para o lado triste de cada situação. Aprendi coisas nesse tempo. Primeiro, ver o lado bom das coisas, até as mais estressantes, como já havia dito anteriormente. Segundo, sorrir, mesmo quando tudo estiver fora dos planos, pois não dá para prever que alguém pode querer te "beliscar" a qualquer momento, seja por inveja e qualquer outros sentimentos que derivem dela. Sim, porque inveja é um sentimento destrutivo, que corrói por dentro, e eu digo isso por experiência própria, pois já senti inveja, claro, não sou hipócrita, e foi um dos piores momentos da minha vida. Não fiz nada de mal àquela pessoa a qual senti este sentimento corrosivo, mas me sentia a pior pessoa do mundo. Sabe aquela fase em que sempre o tal "jardim do vizinho sempre parece mais verde que o nosso"? Sim, já passei por essa fase dramática em minha vida. E confesso: fragilidade é terrível. E até hoje me pergunto: para quê sentir isso? É tão ruim, é perverso e arruina qualquer ação racional. É importante se livrar desse mal. E como já dizia Lulu Santos: "Para todo o mal, a cura". A minha cura foi exatamente essa, sorrir e ver o lado bom das coisas. E quero permanecer assim. Sabe, aquilo de "ninguém pode estragar meu humor"? Pois é, e realmente NINGUÉM tem esse direito e eu também não posso permitir isso. É tão bom ver tudo assim, desse jeito, mais leve. É isso que me deixa em paz. Consciência tranquila de que tudo está do jeito que está porque permiti. Sempre consciente de tudo a minha volta. É isso, alegria, alegria, companheiros. Podem chegar! E que as excelentes energias acompanhem-nos por todas as nossas trajetórias. Olhar para o passado para perceber o quanto se caminhou; olhar para o presente e analisar o quando ainda pode melhorar e olhar para frente sempre com a certeza de que tudo em nossas vidas nem sempre é sorrisos e lágrimas, mas sempre empenho e merecimento. Obrigada pela atenção e pela força de vontade de ler esse texto grandinho, queridíssimos. Mil beijos aquecidos no coração de cada um. Com carinho, Cereja.
Assinar:
Comentários (Atom)

