Eis alguém complicado! Talvez, mas só talvez, por causa disso, as pessoas gostem de me chamar de chata. Quero logo dizer: Isso é tudo intriga da oposição! (risadas).
Certo, além de ser chata, sou alguém que quer viver. Nunca fui unanimidade, e nem quero ser, pois ainda quero batalhar e muito para aperfeiçoar-me.
Meio pé atrás com o excesso de elogios e ofensas, posso até parecer estranha, mas gosto das coisas na medida, na grande maioria das vezes. Mas pirar é legal às vezes.
Dizem que tenho personalidade forte. Pode até ser. Mas devem dizer isso porque não gosto de me omitir das coisas. Posso até me perder no meio do caminho, por falta de orientação ou porque eu tô afim de ficar aonde estou, mas sempre me decido sobre qualquer coisa. Pode demorar, mas eu decido.
Aliás, demora é comigo mesmo. Para me arrumar, para decidir com que roupa sair então, é uma dúvida cruel a cada abertura de armário.
Mudando da água para o vinho, amo música. De todos os tipos. Adoro ouvir as que chegam até mim e as que eu procuro, porque eu adoro xeretar e descobrir músicas novas. Mas sempre acabo selecionando as que me agradam. Porque música boa é aquela que me agrada, independente de qual estilo seja. Então não sou fanática por essa ou por aquela banda ou cantor. Escuto de tudo um pouco.
Outra coisa, ainda tenho essa característica: selecionar. Me considero seletiva por natureza. E em parte, a vida foi me levando a ser o que sou hoje. E também porque eu quis ser assim. Às vezes é bom, às vezes é ruim. Mas na maioria das vezes é bom. Talvez seja por isso também que eu caio no velho rótulo alheio de pessoa metida. É o que adoram dizer, mas ah, quer saber, DANE-SE!
Além disso, essa louca aí inventou de ser cientista social. Pode? Olha o papo: Quer ser antropóloga. E além do mais, quer, futuramente, aventurar-se na área de Cinema. Será que rola?
Prazer, eu sou assim. Alguém que nunca vai estar completamente preparada, mas mesmo assim, se joga! É, eu já me joguei e me jogo todos os dias quando eu acordo. Vai que dá certo, né? ;)