segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Prazer, eu me chamo Ciências Sociais.
Só pelo título, vocês já devem ter percebido do que eu vou tratar neste post: Ciências Sociais, o meu curso querido, mas conturbado. Ah sim, desculpem-me a momentânea falta de educação, olá, leitores! Pois bem, o que eu gostaria mesmo era colocar a boca no trombone sobre o meu curso, falar dos seus prós e contras, talvez até sirva para futuros cientistas que ainda não decidiram bem se vão querer ir por esse caminho. E os que já estão neste caminho talvez até concordem comigo em nenhum, alguns ou todos os pontos, depende de quem ler. Primeiramente, eu adoro esse curso e o que se pode estudar nele. O leque de oportunidades de pesquisa é realmente enorme. Tudo pode ser objeto de estudo - isso na verdade é o que mais me encanta. O triste é ter que escolher ênfase (ainda) ao chegar no 6º semestre. Seria realmente bom estudar este curso em sua abrangência, mas, como se já não bastasse ter que escolher o curso no vestibular, ainda é preciso escolher uma ênfase dentro do curso. E quem sai perdendo dentro do curso são os próprios alunos, que poderiam ter uma formação mais abrangente para depois especializar-se nos segmentos posteriores (pós-graduação, mestrado, doutorado e afins), maaaas, enfim, essa é APENAS uma das inúmeras peculiaridades do curso. Outra coisa que eu gosto bastante nesse curso é a forma de ver o mundo diferenciada. Nele, o debate sobre diversos assuntos são mais abertos, que foge do simples bate-papo de mesa de bar. É possível até educar-se dentro do curso. Entrar de um jeito e sair de outro (mas nem sempre é assim...). Abrir a cabeça para certas situações. Além de tentar mudar o mundo (alguns consideram utopia; eu não), tentar mudar a si mesmo. Lembro de uma frase de um vídeo uma vez que cabe bem nessa situação que era assim: Ler pode tornar as pessoas perigosamente mais humanas. Pena que ainda existam pessoas tão mesquinhas e convencidas dentro do próprio curso, até mais do que as pessoas de fora. Parece absurdo, mas elas existem. Lamentável! Outra situação que me incomoda é o fato de não ter o tempo disponível (isto é, bastaaaante tempo) para ler os inúmeros livros que me interessam e os ditos "obrigatórios" do semestre. Isso é realmente revoltante! Certas vezes tenho que deixar de ler o que quero, para ler livros chatinhos. É, nem sempre é possível fazer o que se quer de verdade. Estou chegando a conclusão de que só vou poder realmente os livros que quero (minha lista de livros a ler é infinita!) depois que eu terminar minha graduação. E vai demoraaaaaar... Mas o que me entristece mesmo, e isso meus companheiros de sala entendem muito bem, é a desorganização dentro do nosso curso na universidade. Falta de interligação entre os diversos setores responsáveis pela (des)organização do curso é o que mais se evidencia. Ninguém sabe de nada, ninguém viu nada. E o pior é quando essa interligação é entre cursos de diferentes institutos (Português Instrumental é uma "novela" chata, né? Convenhamos...). E você pode se perguntar "Ela deve estar lá pela metade do curso para estar dizendo tudo isso". Não, meus queridos, estou apenas no primeiro passo, ou melhor dizendo, primeiro semestre, ou segundo período, como queiram. Enquanto essa PLE, essa droga de "artigo" e a BV não lançar os conceitos da turma, eu ainda me sinto no primeiro semestre, apesar de já estar às portas do segundo semestre. É, meus caros, eis o retrato da universidade pública, TRISTE! E para completar a lista de insatisfação ainda existe essa PLE, que é só mais um método paliativo de um ensino praticamente (ou completamente, se preferir) sucateado, em que uma matéria que deveria ser ministrada em um semestre (6 meses, por inferência lógica - adoro a Ieda!) será ministrada em duas semenas e meia, é mole? Não, gente, é dureza mesmo! Porém, não desistirei do curso, tenho fé e farei o que estiver ao meu alcance para essa situação melhorar no 4º período. Em outras palavras, sou brasileira e não desisto nunca! Pois bem, agora vou ficando por aqui. Beijinhos, corações, até a próxima!
sábado, 24 de julho de 2010
Pausa obrigatória. Isso requer reflexão!
Olá queridos, mais uma vez, estou aqui, em mais um daqueles momentos de desabafo. Antes desse desabafo, eu pensei e vi que era necessário deixar isso registrado aqui, pois é algo que me intriga muito. O fato intrigante no qual este texto irá tratar é sobre pessoas que não sabem o que quer. E a partir daí, surgirá ramificações relacionadas (ou nem tanto assim). Sabe, parei para observar, e observei que pessoas perto de mim são realmente confusas sobre si mesmas. Em especial, duas. A primeira pessoa (obviamente não citarei nomes por motivos éticos) é mesmo bem próxima de mim. Próxima só fisicamente, pois envolvimento real nesses últimos tempos é praticamente inexistente. E é ruim, porque eu gosto da mesma, o problema é que até hoje não sei o que fiz exatamente para que ela não simpatizasse tanto assim comigo. Talvez para ela, falar comigo seja alguma obrigação imposta pela sociedade (ok, só eu entendo essa parte, mas é bom compartilhar isso, lembrem-se: isso é um desabafo!). E eu fico preocupada com ela, apesar de ser uma pessoa bem grandinha, tá que às vezes, parece ser grande só na idade, porque em atitudes, pff... é lamentável. E pior é não saber o que se passa com a mesma, pois parece que está passando por dificuldades e conversar com ela seria... complicado. Uma pessoa BEM difícil de lidar. Mas o que eu queria mesmo falar sobre essa pessoa é que apesar de ter vivido mais do que eu, ter evoluído no quesito intelectual, a questão moral só piora. Uma pessoa que cresce, mas ao mesmo tempo estagna, sabe? Vive um relacionamento amoroso um tanto quanto fantasioso e não está bem com tudo isso. A pressão por casamento: definição consolidada na sociedade (fato!), um aparente descontentamento com sua profissão, e um lado emocional frágil, e mesmo obscuro. Daí a minha análise: essa pessoa parece não saber quem é até o presente momento. Não sabe se aceita a pressão e casa ou vive sua vida otimamente bem no estado civil solteiro. Para mim, parece uma decisão simples, mas para essa pessoa parece ser um martírio (sabe-se lá porquê). Porém, eu só queria que essa pessoa se encontrasse na vida dela, pois mesmo com tudo o que acontece, é uma pessoa que gosto mesmo. E mesmo assim, ela só se machuca e vive uma vida que ela supõe ser a correta para mostrar aos outros o quanto é feliz, quando na verdade, bem lá no fundo, sua escolha seria outra, uma que seria certamente repreendida por muitos, mas é o que ela deseja viver intensamente. Falta pulso, falta coragem. Talvez, até medo da solidão. É, meus caros, não deve ser fácil mesmo. Eu só queria MESMO que essa pessoa voltasse a ser o que ela era, de um jeito até melhor, e não desse jeito pesado e fechado que ela tomou para si como uma armadura para proteger-lhe de todas as coisas maléficas (e até benéficas) deste mundo. Enfim, é uma lamentação que vem bem de dentro do coração. Por enquanto, fica como um desejo, ou até mesmo uma prece. E o que o Cara lá de cima me escute se for possível. Já a segunda pessoa, bem, não é uma lamentação tão profunda quanto a primeira, mas não deixa de ser uma lamentação, pois é uma pessoa sem rumo, empolgada com as tendências, empregos rentáveis... os sonhos parecem mesmo inalcançáveis ou muito idealizados. Uma pessoa que realmente não sossega. Inconstante seria a melhor palavra para definí-la. Não gosto de dizer essa palavra, mas parece que agora é a única que expressa melhor o que eu sinto por essa pessoa: PENA. Eu sei que quem tem pena é galinha, mas eu não deixo de ter pena. Não que eu seja uma galinha... Ah, enfim, vocês entenderam. Eu só desejava e ainda desejo o seu melhor, mas acredito na ídéia de que tudo é uma escolha. E cada um faz as escolhas que melhor lhe sustentam. Claro que algumas pessoas escolhem coisas pelo momento, e esquecem de que a escolha tomada apenas pelo momento pode ser aquela que levará sua vida para o desastre completo. É lamentável perceber o rumo que a vida de algumas pessoas tomam, ainda mais se são pessoas pelas quais você sente afeto. Infelizmente! E o que ainda me resta é rezar. Sim, ainda acredito na inteligência superior a qual chamam de Deus. E é Ele que não me deixa esmorecer por muito tempo. E é com Ele que sigo, no meu coração e na minha mente. Aproveito e desejo que Ele se faça presente na vida de todos vocês, mesmo na vida daqueles em que não acreditam na Sua existência. Ai, é sempre bom poder escrever aqui, me sinto bem melhor. Tirei esse pesinho incômodo da cabeça. É isso, gente, mil beijocas, e até a próxima.
sábado, 17 de julho de 2010
Expanda-se!
Expandir! E por quê não? Expandir pensamento, conhecimento, sentimento, coração... Novos ares, novos horizontes. Vamos crescer, vamos olhar a vida com outros olhos: os do coração, os da alegria, os da verdade. Olhos de vida. Vida boa. Vida marcante. Chega de tudo que nos impede de evoluir. Vamos fazer o melhor por nós mesmos SEMPRE. Para quê deixar para o amanhã? A vida sempre convida para uma nova fase, um novo contexto e certas vezes estamos tão preocupados apenas com os problemas, que esquecemos do lado bom de viver e poder ser útil. Ajudar alguém. Ajudar-se. Tudo pode ser melhor se encararmos da melhor forma as coisas que acontecem conosco. Sofrimento é sempre opcional e a dor, vez ou outra, chega em nossas vidas, mas cabe a nós permitir por quanto tempo ela ficará em nossas vidas. Um ano ou um dia? Eu ainda prefiro a segunda opção, porque não dá para viver de amarguras, pois, por um acaso, elas servirão de algo em nossas vidas? Nos farão amar? Nos farão mais doces? Nos farão mais alegres? Ou então, nos farão sorrir ao acordar no primeiro raiar do sol? Não, elas apenas tomarão um espaço desnecessário dentro de cada um de nós, espaço este reservado à alegria, à doçura e à ternura. Sorria, sorria e SORRIA. Faça o dia valer a pena começando com o gesto mais simples e que favorecerá a si e aos outros: sorriso. Distribua um, dois, três, infindáveis sorrisos mesmo quando as coisas ao redor pareçam insolucionáveis. A melhor expansão: a dos lábios quando se abrem em um belo e radiante sorriso. Eu lhe desejo o meu melhor sorriso. Sorria e Contagie. Sorrir - e tenho dito.quarta-feira, 14 de julho de 2010
Apesar dos pesares, tudo vai bem.
Olá Terráqueos, tudo bem por aí? Aqui pelo meu mundo cerejístico, vai tudo bem. Claro, sempre tem aqueles pequeníssimos detalhes para incomodar, mas nada que não possa ser resolvido (em alguns casos, desprezar, porque tentar resolver seria uma enorme perda de tempo). Nesses últimos tempos tenho percebido a quantidade de pessoinhas descartáveis que têm passado pela minha vida. Só passaram mesmo para deixar um recado: Tem gente ruim no mundo sim, só pra não perder a graça. E você deve se perguntar: tem graça ter gente ruim no mundo? Sim, claro - é a resposta. E quer saber por quê? Somos seres ainda falhos, precisamos evoluir e que, em hipótese nenhuma, podemos nos acomodar, em qualquer situação que seja. E é ai que entram as tais pessoinhas ruins nesse mundo. Elas servem justamente para nos incomodar, para não nos deixar acomodar em qualquer parada da vida, para nos mostrar que sim, precisamos parar de vez em quando (para pensar, refletir, evoluir, crescer - e mais uma porção de coisas que nos fazem brecar vez ou outra) devido as suas atitudes maldosas, mas sem esquecer que essa parada não pode ser muito longa, senão, já sabe - acomodação. Elas têm utilidade no momento certo, e é preciso a perspicácia de cada um entrar em ação para saber a hora de descartá-las. Porque coisinhas ruins na medida certa nos melhoram (se souber encarar e ver o lado bom das coisas), mas exageradamente, nos tiram do eixo. E eu, claro, estou aprendendo a utilizar a perspicácia para saber a hora de dar tchau para uma situação crítica. Chega de tanta mágoa e tanta dor. Está na hora de curtir mais quem nos quer bem, porque, convenhamos, é simplesmente desgastante só olhar para o lado triste de cada situação. Aprendi coisas nesse tempo. Primeiro, ver o lado bom das coisas, até as mais estressantes, como já havia dito anteriormente. Segundo, sorrir, mesmo quando tudo estiver fora dos planos, pois não dá para prever que alguém pode querer te "beliscar" a qualquer momento, seja por inveja e qualquer outros sentimentos que derivem dela. Sim, porque inveja é um sentimento destrutivo, que corrói por dentro, e eu digo isso por experiência própria, pois já senti inveja, claro, não sou hipócrita, e foi um dos piores momentos da minha vida. Não fiz nada de mal àquela pessoa a qual senti este sentimento corrosivo, mas me sentia a pior pessoa do mundo. Sabe aquela fase em que sempre o tal "jardim do vizinho sempre parece mais verde que o nosso"? Sim, já passei por essa fase dramática em minha vida. E confesso: fragilidade é terrível. E até hoje me pergunto: para quê sentir isso? É tão ruim, é perverso e arruina qualquer ação racional. É importante se livrar desse mal. E como já dizia Lulu Santos: "Para todo o mal, a cura". A minha cura foi exatamente essa, sorrir e ver o lado bom das coisas. E quero permanecer assim. Sabe, aquilo de "ninguém pode estragar meu humor"? Pois é, e realmente NINGUÉM tem esse direito e eu também não posso permitir isso. É tão bom ver tudo assim, desse jeito, mais leve. É isso que me deixa em paz. Consciência tranquila de que tudo está do jeito que está porque permiti. Sempre consciente de tudo a minha volta. É isso, alegria, alegria, companheiros. Podem chegar! E que as excelentes energias acompanhem-nos por todas as nossas trajetórias. Olhar para o passado para perceber o quanto se caminhou; olhar para o presente e analisar o quando ainda pode melhorar e olhar para frente sempre com a certeza de que tudo em nossas vidas nem sempre é sorrisos e lágrimas, mas sempre empenho e merecimento. Obrigada pela atenção e pela força de vontade de ler esse texto grandinho, queridíssimos. Mil beijos aquecidos no coração de cada um. Com carinho, Cereja.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Personagens frágeis. Máscaras ao chão.
Hoje passei por mais uma situação estressante. Não é nada agradável descobrir que uma pessoa que você "conhece", na verdade, não é nada daquilo que você pensava. É apenas um mero personagem mau acabado, frágil em sua base, que ainda precisa usar as pessoas como meios para atingir seus fins. Porém, minha cabeça não é degrau, não tenho sangue de barata. Atos maldosos ainda me deixam indignada, pois tenho a dignidade para discernir o maldoso do ingênuo. E sim, esse ato foi maldoso, foi de caso pensado. Só me pergunto se essa pessoa se sente feliz com o que fez e faz da sua vida. Se consegue colocar a cabeça no travesseiro sem sentir nada de culpa, porque sinceramente, se não sentir nada e o sono vier leve, a indignidade será seu primeiro nome. Falta de respeito, cinismo e aquele ar de vítima simplesmente me enojam. Pois bem, não me arrependo de nada do que fiz e disse hoje. Prefiro a transparência à falta de escrúpulos. O que sei de fato, é que o que se planta hoje, se colherá amanhã. E mesmo essa frase sendo tão banal, as pessoas ainda insistem em serem desonestas consigo e com os outros. Pois bem, cada um faz o que achar melhor em sua vida. E eu escolho viver em paz, pautando minhas escolhas e atitudes na clareza e firmeza de opinião.
terça-feira, 15 de junho de 2010
Tempos de Copa.
Esses são tempos da alegria verde-e-amarela. Deveria ser todo o dia, mas é nesse tempo que as cidades, os estados, o país inteiro ficam mais coloridos. Um período que me alegra muito. Turma reunida, muitos gritos, corações batendo como um só esperando para comemorar o gol. Infelizmente, poucas pessoas conseguem perceber o verdadeiro sentido da Copa, além do sentido cultural. O que me deixa pensativa nesse momento é porque as pessoas só tiram suas blusas da seleção do armário apenas nessa época. Muitos só lembram que são brasileiros apenas em Copa. E alguns até lembram a letra do hino apenas para se sentirem mais "patriotas". Porém, em outros momentos, o Brasil é um país que "não tem mais jeito". Todavia, quando chega esse momento, todos apenas querem saber de levantar a taça na final, sendo representados pelo time do Sr. Dunga. Afinal, tanto criticam esse técnico, reclamam que esse primeiro jogo pouco rendeu, queriam mais. Mas a implicância com este time ocorreu desde a divulgação da escalação. E se o Dunga trouxer esse título com seu "exército", cairá nas graças do povo. É triste dizer que depois de tudo isso, o país volta ao normal e apenas reclamações tomarão lugar nas bocas brasileiras. Que tal usar sua blusa da seleção mais vezes e não apenas nesse período? E vestir a blusa de fato e não apenas reclamar da atual situação. Acorda Brasil, nosso país não é só Copa e futebol. É muito mais. BEM mais.
domingo, 13 de junho de 2010
Convite à reflexão [E que não demore]
Mais uma vez. Mais uma. De novo. Sim, as lágrimas quentes rolaram pela face, enquanto dúvidas surgiam na mente. Mais um erro, por causa de outro erro. O grande problema é não ouvir a voz da intuição. Tanto ouvi e nada levei em consideração. Sim, eu neguei essa voz e paguei um preço alto. Sim, há o lado bom. E esse eu prefiro guardar apenas para mim. E tudo o que passei nesse tempo, foi válido. Assim aprendo a não dar mais ouvidos a quem não merece. A quem apenas se importa com seu próprio mundinho. É, há pessoas que ainda aprenderão certas coisas para melhorar o caráter. Eu não quis ver o óbvio e tive o que mereci. Mas esse é o menor dos problemas, coisa que supero em pouco tempo, eu me conheço. O pior foi a forma como aconteceu e isso não pertence a minha decisão. Escolhas que cada um faz. E eu escolhi APRENDER. E esquecer? Isso fica em segundo plano. Para quê importar-se tanto com algo tão vão? Algo que poderia vir a ser importante e hoje perde o valor antes mesmo de fortalece-se. E é uma pena. Mas não para mim. Consciência tranquila e coração limpo. Nunca pronta e sempre superando. Próxima fase, pode vir.
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