Ela sempre existiu, antes mesmo de eu nascer. Cresci e vivi em um ambiente onde ela era, praticamente, uma desconhecida. Ela sempre esteve ali. E eu até queria que ela entrasse em minha vida, mas na prática eu acabava perdendo o caminho até ela. E até hoje é assim: andamos em paralelo.
Paciência... é uma palavra tão fácil de se dizer, soletrar, ler e entender, porém vivê-la é complicado.
Por essa introdução, uma coisa ficou clara: a paciência não é minha amiga. Pelo contrário, sou considerada uma das pessoas mais impacientes que as pessoas conhecem. É mole? Então, pensando nisso, resolvi refletir o por quê da paciência não ser uma constante em minha vida.
Aliás, o que mais eu tenho feito esses tempos é pensar. Pensar, pensar... até chegar nesse ponto: Por que eu não sou paciente? É, eu vivo em uma eterna pressa. Talvez até por causa desse mundo em que vivemos, em que a pressa é constante. Pressa para fazer isso, para fazer aquilo... E eu resolvi me brecar agora. Pensar e organizar mais a minha vida. Tomando cuidado com as minhas escolhas e como elas vão afetar os que estão próximos de mim.
Minha maior vontade era de ser aquela pessoa super zen, de boa e segura de si. Mas eu não sou assim... Porém a batalha continua. E o caminho para a paciência é longo, mas se eu começar agora, talvez em breve eu seja uma pessoa mais paciente. Depende e muito da minha persistência. Situações para testar minha paciência e persistência vão aparecer todos os dias, basta eu saber aproveitar e treinar.
Não vai ser de uma hora para outra que eu modificarei isso, eu sei. E confesso que eu já queria ter essa característica desde sempre, mas já que não é assim, o jeito é perseguir essa tal paciência. Quem sabe ela não se torne minha conhecida, quem sabe até não se torne minha amiga, não é? Só o tempo para responder essa pergunta. Enquanto isso vou contando até 20 quando alguma situação me incomodar, saber a hora de falar e a hora de calar, enfim... isso talvez seja o básico, mas é dele que eu vou começar.
Só me desejem uma coisa nessa empreitada árdua: Paciência!
- Obrigada, é disso mesmo que precisarei... De paciência para conseguir a paciência.
Vou nessa, então. Paciência, aí vou eu!
sábado, 19 de março de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
Olá, sentimento! Você por aqui?
E ele chegou. Pode não ser o mais perfeito, mas é o que sinto. É o que me trouxe as boas novas. Posso, eu, deixar que ele vá embora? Não. Quero mesmo que fique. Eu só preciso me preparar para recebê-lo. Ele chegou tão de mansinho. Não houve pressa. Porém o medo tornou-se um obstáculo. A insegurança... ah, a insegurança! Ela não pediu licença e aqui se instalou, aonde só o sentimento deveria estar. Agora estou contornando e fazendo o caminho de volta. Eu preciso expulsar essa "inquilina" indesejada daqui. Eu PRECISO.
Ó sentimento que me faz bem, que limpa minh'alma dessas impurezas pretéritas. Fique! Fique mais um pouco, para que eu possa superar o que há de ruim. Fique e continue comigo. Mas por que peço isso? Acho que te machuquei. Não, eu realmente te machuquei. Eu preciso encontrar o tom. Entenda, não é fácil!
Me ensinaste o caminho da simplicidade... o sorrir de um jeito bobo, que eu desconhecia ou simplesmente não queria conhecer. Depois que chegaste nada mais foi o mesmo. Depois do furacão, encontrei a paz. A tua paz que tão gentilmente compartilhaste comigo. Só assim pude fortalecer e reavivar minhas cores.
Agora entenda, que o tempo é nosso amigo e eu vou usá-lo a nosso favor. Mesmo que fiquemos assim um tanto quanto como estranhos por um tempo, o sentimento está guardado. Na verdade, transborda. Em cada riso, cada gesto. Eu já perdi meu outro eu pelo caminho. E quer saber, é tão melhor agora contigo.
Eu gosto mesmo é de sentir a mudança. Sentimento tão gentil e doce, és tão sublime! Cuidarei de ti, mesmo que de um jeito totalmente sem-jeito.
Eu vou sorrir, eu vou mostrar ao mundo o quanto estou aqui, cada vez mais viva, depois que chegaste. Depois que aprendi a sorrir assim, não sei mais sorrir de outro jeito.
Eu vou pegar em sua mão e vou. Eu vou!
Ó sentimento que me faz bem, que limpa minh'alma dessas impurezas pretéritas. Fique! Fique mais um pouco, para que eu possa superar o que há de ruim. Fique e continue comigo. Mas por que peço isso? Acho que te machuquei. Não, eu realmente te machuquei. Eu preciso encontrar o tom. Entenda, não é fácil!
Me ensinaste o caminho da simplicidade... o sorrir de um jeito bobo, que eu desconhecia ou simplesmente não queria conhecer. Depois que chegaste nada mais foi o mesmo. Depois do furacão, encontrei a paz. A tua paz que tão gentilmente compartilhaste comigo. Só assim pude fortalecer e reavivar minhas cores.
Agora entenda, que o tempo é nosso amigo e eu vou usá-lo a nosso favor. Mesmo que fiquemos assim um tanto quanto como estranhos por um tempo, o sentimento está guardado. Na verdade, transborda. Em cada riso, cada gesto. Eu já perdi meu outro eu pelo caminho. E quer saber, é tão melhor agora contigo.
Eu gosto mesmo é de sentir a mudança. Sentimento tão gentil e doce, és tão sublime! Cuidarei de ti, mesmo que de um jeito totalmente sem-jeito.
Eu vou sorrir, eu vou mostrar ao mundo o quanto estou aqui, cada vez mais viva, depois que chegaste. Depois que aprendi a sorrir assim, não sei mais sorrir de outro jeito.
Eu vou pegar em sua mão e vou. Eu vou!
terça-feira, 15 de março de 2011
Highway to Hell, let's go?
Mais um início de semestre está se aproximando... Acho que agora o titulo desse post fez sentido para quem está lendo. E também foi por isso que eu coloquei essa foto ao lado, porque é mais ou menos assim que estarei a partir da próxima semana.
Primeiramente, nem será um semestre. Olha quando iremos começar... NO FIM DO MÊS DE MARÇO! É, universidade pública tem dessas "surpresas". Superado (?) este trauma (eterno?), passemos para o próximo quesito.
Ainda a pouco, conversando com um amigo, pude ler a seguinte frase: "Estou no sétimo semestre, e a sensação de não saber praticamente nada me assombra.". Bom, eu, apesar de ainda estar no 3º semestre, já sinto essa sensação. Caramba, e o tempo passa rápido. Me lembro como se fosse ontem quando eu entrei na universidade, e agora já estou no segundo ano. Que rápido! E um dos meus medos é o de não aproveitar, de fato, o que a universidade tem para me oferecer. Eu sei que é de praxe, ainda mais nesse início de ano, dizer que vai ser diferente, que eu vou me empenhar mais, daí quando dezembro chega, você percebe que passou o tempo e você não cumpriu praticamente nada do que disse. Bom, eu passo por isso todos os anos (gargalhadas), mas ainda está em tempo de mudar, né, gente?
Acho que é válido fazer uma lista do que fazer durante os dias, semanas e meses desse ano. A famigerada lista... o que importa é que ela vai ser feita. E espero cumprir, e se espero! Comecem a fazer as suas, caros colegas ;)
E outra: até o ano passado eu não sentia a mínima vontade de trabalhar. Ainda estava na fase de adaptação na universidade. Eis que essa fase nunca irá ter fim (universidade é bicho estranho, falo logo), mas esse ano algo mudou. A vontade de trabalhar surgiu, e agora? E tudo isso porque, convenhamos, é um saco ter que ficar pedindo dinheiro para o pai todo o tempo. Está na hora de ter a minha grana, né? Algo para chamar de meu (risos). Então tá, preparei o currículo, pobrezinho, quase nada. Foi aí que eu percebi o quanto ainda preciso crescer e muito na minha vida, não só em altura (RÁ!).
Além disso, preciso participar mais dos eventos que a universidade oferece. Como disseram logo quando entrei: É preciso viver a universidade. Eis a pergunta: como? Tem tanta coisa lá, que às vezes eu me perco. E é aí que o site da instituição ajuda, mas SÓ um pouco.
Partindo dessa questão, eis um outro problema: a falta de divulgação de informações lá é imensa. Se você não tiver a sorte de conhecer pessoas que vão com a sua cara para te passar essas informações, se você não correr atrás e nem andar pela universidade, contente-se: você irá viver no seu mundinho enclausurado em uma bolha PARA SEMPRE. Lá as coisas não caem do céu (só se você tiver boas influências para te colocar a par dos acontecimentos, o que eu, na verdade AINDA não tenho. A mim, ainda resta a opção de correr atrás mesmo).
Papo é o seguinte, direto e reto: Ou você se esperta dentro daquele mini(?)-mundo ou então você só vai passear lá mesmo. Acontece muita coisa que você nem sonha, só porque você "dorme no ponto". E como já dizia a música: Camarão que dorme a onda leva. Então, tá na hora de acordar e viver essa realidade da melhor maneira. E essa maneira, só você pode definir qual é. A minha ainda está em análise. E mesmo que estivesse pronta eu não iria contar aqui, tá? Sou má =B (risada maléfica).
Beijos meus queridos (ou coitados) universitários. Espero que ALCANCEM a minha idéia, certo? (essa vai especialmente para os alunos da digníssima professora Ieda). Fica a dica ;)
Primeiramente, nem será um semestre. Olha quando iremos começar... NO FIM DO MÊS DE MARÇO! É, universidade pública tem dessas "surpresas". Superado (?) este trauma (eterno?), passemos para o próximo quesito.
Ainda a pouco, conversando com um amigo, pude ler a seguinte frase: "Estou no sétimo semestre, e a sensação de não saber praticamente nada me assombra.". Bom, eu, apesar de ainda estar no 3º semestre, já sinto essa sensação. Caramba, e o tempo passa rápido. Me lembro como se fosse ontem quando eu entrei na universidade, e agora já estou no segundo ano. Que rápido! E um dos meus medos é o de não aproveitar, de fato, o que a universidade tem para me oferecer. Eu sei que é de praxe, ainda mais nesse início de ano, dizer que vai ser diferente, que eu vou me empenhar mais, daí quando dezembro chega, você percebe que passou o tempo e você não cumpriu praticamente nada do que disse. Bom, eu passo por isso todos os anos (gargalhadas), mas ainda está em tempo de mudar, né, gente?
Acho que é válido fazer uma lista do que fazer durante os dias, semanas e meses desse ano. A famigerada lista... o que importa é que ela vai ser feita. E espero cumprir, e se espero! Comecem a fazer as suas, caros colegas ;)
E outra: até o ano passado eu não sentia a mínima vontade de trabalhar. Ainda estava na fase de adaptação na universidade. Eis que essa fase nunca irá ter fim (universidade é bicho estranho, falo logo), mas esse ano algo mudou. A vontade de trabalhar surgiu, e agora? E tudo isso porque, convenhamos, é um saco ter que ficar pedindo dinheiro para o pai todo o tempo. Está na hora de ter a minha grana, né? Algo para chamar de meu (risos). Então tá, preparei o currículo, pobrezinho, quase nada. Foi aí que eu percebi o quanto ainda preciso crescer e muito na minha vida, não só em altura (RÁ!).
Além disso, preciso participar mais dos eventos que a universidade oferece. Como disseram logo quando entrei: É preciso viver a universidade. Eis a pergunta: como? Tem tanta coisa lá, que às vezes eu me perco. E é aí que o site da instituição ajuda, mas SÓ um pouco.
Partindo dessa questão, eis um outro problema: a falta de divulgação de informações lá é imensa. Se você não tiver a sorte de conhecer pessoas que vão com a sua cara para te passar essas informações, se você não correr atrás e nem andar pela universidade, contente-se: você irá viver no seu mundinho enclausurado em uma bolha PARA SEMPRE. Lá as coisas não caem do céu (só se você tiver boas influências para te colocar a par dos acontecimentos, o que eu, na verdade AINDA não tenho. A mim, ainda resta a opção de correr atrás mesmo).
Papo é o seguinte, direto e reto: Ou você se esperta dentro daquele mini(?)-mundo ou então você só vai passear lá mesmo. Acontece muita coisa que você nem sonha, só porque você "dorme no ponto". E como já dizia a música: Camarão que dorme a onda leva. Então, tá na hora de acordar e viver essa realidade da melhor maneira. E essa maneira, só você pode definir qual é. A minha ainda está em análise. E mesmo que estivesse pronta eu não iria contar aqui, tá? Sou má =B (risada maléfica).
Beijos meus queridos (ou coitados) universitários. Espero que ALCANCEM a minha idéia, certo? (essa vai especialmente para os alunos da digníssima professora Ieda). Fica a dica ;)
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Brilhar!
Brilhar! Este, além de ser o novo tema do meu blog, corresponde à nova fase da minha vida. Bom, talvez vocês até se perguntem o por que disso tudo, e aqui vai a resposta: muita coisa mudou em minha vida nesses últimos tempos. Devo ressaltar que essa mudança foi brusca. Um verdadeiro "furacão" mudou as coisas de lugar. E ainda continua mudando. Muitas das coisas que eu pensava acabaram sendo derrubadas, dando lugar a novas coisas, novas idéias, novas atitudes, novas pessoas, novos sentimentos... enfim, tudo novo, de novo. É, de novo. Afinal, a vida precisa dessas mudanças repentinas vez ou outra, caso contrário, viver seria muito chato.
Esses dias tenho pensado, repensado e trepensado no rumo em que a minha vida está tomando. É tão estranho... há um tempo atrás eu acreditava em certas coisas, as tinha como corretas e eu até me recusava a pensar em outros fatores que pudessem derrubá-las, até mesmo inconscientemente isso acontecia, era como se estivesse no automático... mas eu mal podia esperar... um "vendaval" me alcançou, e levou essas tais coisas para bem longe de mim... o que fazer agora? Cá estou, tentando, não correr atrás dessas velhas coisas, mas buscando as novas... Já estava na hora, pensando bem...
Então, a primeira coisa que resolvi buscar foi o brilho. Brilho de um novo "eu". Brilho em uma vida, que agora velozmente ultrapassa todo o ultrapassado. Ultrapassar o ultrapassado é difícil, sabia? E para isso, somente o brilho. E eu tô mesmo muito afim de brilhar. Um brilho que não é seu, não é dele e nem dela. Um brilho que é meu. Um brilho peculiar.
Agora só posso dizer que, oficialmente, se inicia uma nova fase em minha vida. A fase do brilho. Espero sinceramente que essa fase chegue para você, a ponto de lhe fazer abandonar as coisas corretas, arriscá-las, apostar bem alto para ter as coisas duvidosas. Mas afinal, o que é correto? O que é duvidoso? Duvidoso é ficar com o correto, ou o correto é não ficar com o duvidoso? Perguntas, perguntas, perguntas... Respostas são boas, mas as perguntas... ah, as perguntas... elas fazem o mundo girar. Pelo menos, o meu girou e o seu?
E que viva o brilho. Um conselho, ou se preferir, uma dica: Brilhe!
Esses dias tenho pensado, repensado e trepensado no rumo em que a minha vida está tomando. É tão estranho... há um tempo atrás eu acreditava em certas coisas, as tinha como corretas e eu até me recusava a pensar em outros fatores que pudessem derrubá-las, até mesmo inconscientemente isso acontecia, era como se estivesse no automático... mas eu mal podia esperar... um "vendaval" me alcançou, e levou essas tais coisas para bem longe de mim... o que fazer agora? Cá estou, tentando, não correr atrás dessas velhas coisas, mas buscando as novas... Já estava na hora, pensando bem...
Então, a primeira coisa que resolvi buscar foi o brilho. Brilho de um novo "eu". Brilho em uma vida, que agora velozmente ultrapassa todo o ultrapassado. Ultrapassar o ultrapassado é difícil, sabia? E para isso, somente o brilho. E eu tô mesmo muito afim de brilhar. Um brilho que não é seu, não é dele e nem dela. Um brilho que é meu. Um brilho peculiar.
Agora só posso dizer que, oficialmente, se inicia uma nova fase em minha vida. A fase do brilho. Espero sinceramente que essa fase chegue para você, a ponto de lhe fazer abandonar as coisas corretas, arriscá-las, apostar bem alto para ter as coisas duvidosas. Mas afinal, o que é correto? O que é duvidoso? Duvidoso é ficar com o correto, ou o correto é não ficar com o duvidoso? Perguntas, perguntas, perguntas... Respostas são boas, mas as perguntas... ah, as perguntas... elas fazem o mundo girar. Pelo menos, o meu girou e o seu?
E que viva o brilho. Um conselho, ou se preferir, uma dica: Brilhe!
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
O poder calmante de uma BOA música.
Que delícia é ouvir uma boa música! Aquela que te leva para bem longe de todos os seus problemas. Que te acalma, que te faz sorrir. Que te faz sonhar. Que te faz dormir mais calmo, mais tranquilo. Uma doce melodia acalma os ânimos de qualquer um. É preciso não apenas ouvir a música, e sim também sentí-la. É preciso que ela adentre a alma e leve tudo o que há de ruim para bem longe, só deixando no lugar boas energias, bons sentimentos.
Mas, e o que seria uma BOA música? Uma boa música pode ser um pagode, pode ser um samba, mas também pode ser folk, jazz ou funk. Tudo depende do gosto de cada um, porque boa música é aquela que acaricia os ouvidos e amacia a alma. Abre a mente e limpa o mal-estar. Ou seja, uma boa música, pode ser qualquer uma que se encaixe ao seu estado de espírito.
Eu simplesmente AMO ouvir música. E na verdade, eu iria fazer um post sobre outra coisa hoje, mas depois que eu sintonizei em uma rádio online que toca jazz, eu simplesmente deixei de lado o que ia escrever, para escrever sobre música. E é tão bom! Estou aqui simplesmente encantada com esse doce som vindo do saxofone de Kenny G, que por sinal, é um baita saxofonista.
Estou tão melhor agora. Estava até um tanto quanto indignada, mas decidi deixar a indignação para outra hora. Agora, eu pretendo curtir essa música boa e deixar meu fim de noite mais afável, mais confortável.
E que a música adentre a vida de todos. Sinta a música e deixe ela te levar...
Mas, e o que seria uma BOA música? Uma boa música pode ser um pagode, pode ser um samba, mas também pode ser folk, jazz ou funk. Tudo depende do gosto de cada um, porque boa música é aquela que acaricia os ouvidos e amacia a alma. Abre a mente e limpa o mal-estar. Ou seja, uma boa música, pode ser qualquer uma que se encaixe ao seu estado de espírito.
Eu simplesmente AMO ouvir música. E na verdade, eu iria fazer um post sobre outra coisa hoje, mas depois que eu sintonizei em uma rádio online que toca jazz, eu simplesmente deixei de lado o que ia escrever, para escrever sobre música. E é tão bom! Estou aqui simplesmente encantada com esse doce som vindo do saxofone de Kenny G, que por sinal, é um baita saxofonista.
Estou tão melhor agora. Estava até um tanto quanto indignada, mas decidi deixar a indignação para outra hora. Agora, eu pretendo curtir essa música boa e deixar meu fim de noite mais afável, mais confortável.
E que a música adentre a vida de todos. Sinta a música e deixe ela te levar...
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Super-Heroína (?)
A velha mania. Aquela velha mania volta a me perseguir. Mania de superproteção. De proteger quem eu gosto e considero. O problema é que nem sempre as pessoas querem ser protegidas. É é aí que mora o problema. Tentar proteger alguém de quem você sabe que não vale o chão que pisa NÃO é fácil. Falta o bom-senso, falta a confiança. Fica difícil tentar exercer esse meu instinto materno de resguardar a cria diante de qualquer perigo quando a "cria" acha, no seu íntimo, que tudo aquilo é um exagero - superproteção para quê? A situação foge ao meu controle nesse momento. A primeira batalha foi ganha pelo lado adversário. E agora, o que me resta, de verdade, é ficar observando, e essa é a pior parte. Não consigo ver as pessoas errando nas coisas que já foram advertidas como nocivas, mas existem horas que a teimosia tem lugar garantido, e o esforço por tentar alertar cai por terra. Mãos e pés atados no momento. Ver o erro dos outros sem ter que falar nada. Sem abrir o bico. Simplesmente fingir que nem viu. Agora, como se faz isso? O que posso fazer é rezar para que isso se resolva da melhor forma, que a pessoa não se machuque e que o adversário deixe a máscara cair de uma vez por todas. Isso sim, me deixaria satisfeita. Porque verdade seja dita, eu D-E-T-E-S-T-O injustiça e impunidade. E que a justiça finalmente seja feita. Assim espero. Enquanto isso, engulo o "sapo" e saio de fininho, porque com o tempo as coisas se resolvem, e um pouquinho de amadurecimento por parte da pessoa ajuda. E que a "guerra" comece...
sábado, 21 de agosto de 2010
Generalizar: Um perigo.
É, eu já tinha pensado nisso antes, coisas antigas, de uns dois anos atrás e só se confirma com o passar do tempo. Realmente, algumas pessoas insistem em achar que sabem de muita coisa. E muitas vezes não sabem. Ai ai, pobres indivíduos, indivíduos pobres (não economicamente falando). Por isso que eu digo: generalizar é um perigo. Talvez não se dêem conta das particularidades. Será que sabem o que são particularidades? Temo a resposta, talvez até risível.
Mas quem sabe essa súbita vontade de definir, esclarecer o que parece óbvio, seja a pura falta do que fazer (e também a pura falta de maturidade). E por que seria perigoso generalizar? É como andar no escuro, não se sabe para aonde está indo, mas em algum lugar chegará e nesse meio do caminho há falhas, não se anda exatamente em linha reta. E andar no escuro seria perigoso, não acham? Há obstáculos que podem até mesmo machucar. Daí faz-se o paralelo sobre generalizar. E para superar essa deturpação de generalizar, só vivendo mesmo, antes de qualquer julgamento precipitado.
Depois disso eu só peço: me poupem dos conceitos prontos, clichês estão fora de moda, nesse caso. Fica a dica ;)
Mil beijinhos :*
Mas quem sabe essa súbita vontade de definir, esclarecer o que parece óbvio, seja a pura falta do que fazer (e também a pura falta de maturidade). E por que seria perigoso generalizar? É como andar no escuro, não se sabe para aonde está indo, mas em algum lugar chegará e nesse meio do caminho há falhas, não se anda exatamente em linha reta. E andar no escuro seria perigoso, não acham? Há obstáculos que podem até mesmo machucar. Daí faz-se o paralelo sobre generalizar. E para superar essa deturpação de generalizar, só vivendo mesmo, antes de qualquer julgamento precipitado.
Depois disso eu só peço: me poupem dos conceitos prontos, clichês estão fora de moda, nesse caso. Fica a dica ;)
Mil beijinhos :*
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