quinta-feira, 30 de setembro de 2010

O poder calmante de uma BOA música.

Que delícia é ouvir uma boa música! Aquela que te leva para bem longe de todos os seus problemas. Que te acalma, que te faz sorrir. Que te faz sonhar. Que te faz dormir mais calmo, mais tranquilo. Uma doce melodia acalma os ânimos de qualquer um. É preciso não apenas ouvir a música, e sim também sentí-la. É preciso que ela adentre a alma e leve tudo o que há de ruim para bem longe, só deixando no lugar boas energias, bons sentimentos.
Mas, e o que seria uma BOA música? Uma boa música pode ser um pagode, pode ser um samba, mas também pode ser folk, jazz ou funk. Tudo depende do gosto de cada um, porque boa música é aquela que acaricia os ouvidos e amacia a alma. Abre a mente e limpa o mal-estar. Ou seja, uma boa música, pode ser qualquer uma que se encaixe ao seu estado de espírito.
Eu simplesmente AMO ouvir música. E na verdade, eu iria fazer um post sobre outra coisa hoje, mas depois que eu sintonizei em uma rádio online que toca jazz, eu simplesmente deixei de lado o que ia escrever, para escrever sobre música. E é tão bom! Estou aqui simplesmente encantada com esse doce som vindo do saxofone de Kenny G, que por sinal, é um baita saxofonista.
Estou tão melhor agora. Estava até um tanto quanto indignada, mas decidi deixar a indignação para outra hora. Agora, eu pretendo curtir essa música boa e deixar meu fim de noite mais afável, mais confortável.
E que a música adentre a vida de todos. Sinta a música e deixe ela te levar...

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Super-Heroína (?)

A velha mania. Aquela velha mania volta a me perseguir. Mania de superproteção. De proteger quem eu gosto e considero. O problema é que nem sempre as pessoas querem ser protegidas. É é aí que mora o problema. Tentar proteger alguém de quem você sabe que não vale o chão que pisa NÃO é fácil. Falta o bom-senso, falta a confiança. Fica difícil tentar exercer esse meu instinto materno de resguardar a cria diante de qualquer perigo quando a "cria" acha, no seu íntimo, que tudo aquilo é um exagero - superproteção para quê? A situação foge ao meu controle nesse momento. A primeira batalha foi ganha pelo lado adversário. E agora, o que me resta, de verdade, é ficar observando, e essa é a pior parte. Não consigo ver as pessoas errando nas coisas que já foram advertidas como nocivas, mas existem horas que a teimosia tem lugar garantido, e o esforço por tentar alertar cai por terra. Mãos e pés atados no momento. Ver o erro dos outros sem ter que falar nada. Sem abrir o bico. Simplesmente fingir que nem viu. Agora, como se faz isso? O que posso fazer é rezar para que isso se resolva da melhor forma, que a pessoa não se machuque e que o adversário deixe a máscara cair de uma vez por todas. Isso sim, me deixaria satisfeita. Porque verdade seja dita, eu D-E-T-E-S-T-O injustiça e impunidade. E que a justiça finalmente seja feita. Assim espero. Enquanto isso, engulo o "sapo" e saio de fininho, porque com o tempo as coisas se resolvem, e um pouquinho de amadurecimento por parte da pessoa ajuda. E que a "guerra" comece...

sábado, 21 de agosto de 2010

Generalizar: Um perigo.

É, eu já tinha pensado nisso antes, coisas antigas, de uns dois anos atrás e só se confirma com o passar do tempo. Realmente, algumas pessoas insistem em achar que sabem de muita coisa. E muitas vezes não sabem. Ai ai, pobres indivíduos, indivíduos pobres (não economicamente falando). Por isso que eu digo: generalizar é um perigo. Talvez não se dêem conta das particularidades. Será que sabem o que são particularidades? Temo a resposta, talvez até risível.
Mas quem sabe essa súbita vontade de definir, esclarecer o que parece óbvio, seja a pura falta do que fazer (e também a pura falta de maturidade). E por que seria perigoso generalizar? É como andar no escuro, não se sabe para aonde está indo, mas em algum lugar chegará e nesse meio do caminho há falhas, não se anda exatamente em linha reta. E andar no escuro seria perigoso, não acham? Há obstáculos que podem até mesmo machucar. Daí faz-se o paralelo sobre generalizar. E para superar essa deturpação de generalizar, só vivendo mesmo, antes de qualquer julgamento precipitado.
Depois disso eu só peço: me poupem dos conceitos prontos, clichês estão fora de moda, nesse caso. Fica a dica ;)
Mil beijinhos :*

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Pequena como a formiga. Pequena e tão fora da linha...

Pois é assim que me sinto... como uma formiga. Pequena, frágil... diminuta perto da imensidão. Imensidão imunda, hipócrita, egoísta, fútil e medíocre. Chega a doer. Por que essa dor insiste em persistir? O que devo fazer para que essa dor que me aflige possa movimentar-se tão rápido quanto o vento furioso antes de uma grande tempestade? Eu só queria poder sentir mais o sol. Sol, onde te escondes?
Será que sou tão pequena assim, diante da realidade perversa? Por que as coisas são assim e não de outro modo? Por que as pessoas ainda insistem em olhar cada vez mais para o seu umbigo e colocá-lo em um pedestal ao invés de agirem, colocarem a mão na massa? Por que não pensar no geral, ao invés de só pensar no particular? As coisas estão mesmo muito erradas.
Eu me sinto exatamente como essa formiga na foto. Pequena e fora da linha. Fora da linha da bagunça, da desorganização, do "eu-primeiro". Desalinhada. Talvez eu perca a linha de vez ou então... eu REALMENTE perca a linha de vez...

domingo, 15 de agosto de 2010

Ando por aí com essa vontade de sair da rotina. Não quero mais ver as mesmas pessoas sempre. Quero conhecer lugares diferentes, alcançar o mundo. Margens mais largas de alegria e muita doçura no jeito de olhar, de andar, de falar. Quero mais vida pra minha vida. Não quero ficar me queixando dos dias tediosos. Quero fazer deles os mais proveitosos. Não quero mais lembrar das coisas ruins. Vou focar no hoje, no que os dias podem me proporcionar. Um dia após o outro, eis o melhor remédio. Acordar e ter a consciência tranquila. Sorrir ao ver o primeiro raiar de sol. Despertar e nascer a cada dia.
Não quero ser apenas alguém. Quero mudar o mundo, nem que seja apenas o meu mundo. Pra quê chatear-se? Existem as pessoas tolas e egoístas, mas não quero ser como elas. Quero ser eu. Não quero ser outro alguém. Ninguém pode desempenhar melhor esse papel de ser eu além de mim mesma.
Quero voar profundamente nos meus inúmeros livros que ainda lerei. Mergulhar bem fundo no mar de calmaria. Mas esse mar precisa ter ondas, se não, não será um mar de verdade. Preciso vencer essas ondas para me fortalecer.
Preciso crescer, porque só idade e tamanho, convenhamos, não é crescer. Quero crescer intelectualmente, sem perder a humildade, o brilho nos olhos. Crescer emocionalmente, não dar mais bola para mágoas bobas, picuinhas fúteis.
Vou olhar pra mim e me fazer feliz; sorrindo, haja o que houver.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Fadiga exarcebada elevada à décima quinta potência.

Cansei de mentiras, de hipocrisias, de falsa preocupação...
Cansei de pessoas sem-noção que se fazem de desentendidas...
Cansei de inveja ensandecida...
Cansei de amizade oportunista...
Cansei de falsos sorrisos, falsos sentimentos...
Cansei de pessoas que insistem em lutar por algo sem ter um motivo viável e plausível...
Cansei de pessoas sem assuntos interessantes...
Cansei de gente que usa as cabeças alheias como degrau para "subir na vida"...
Cansei de mediocridade...
Cansei da mesmice...
Cansei de melindres...
Cansei de gente que não me deixa em paz quando eu mais preciso ficar em paz...
Cansei de exageros...
Cansei de gente que só abre a boca para falar mal dos outros...
Cansei de gente que só se preocupa consigo mesma...
Cansei de falso moralismo...
Cansei de gente que tenta converter os outros...
Cansei de alienação de qualquer espécie...
Cansei de gente preconceituosa que julga sem nem saber o por quê de estar julgando...
Cansei de gente que não entende o que digo...
Cansei de falta de respeito...
Cansei de falta de amor-próprio...
Cansei de gente mal-amada...
C-A-N-S-E-I... Com licença, agora vou des-cansar!

domingo, 8 de agosto de 2010

Como assim, eu sou de alguém e alguém é meu?

Ultimamente estou com vários assuntos na cabeça para comentar aqui, porém resolvi escolher um que tem me incomodado bastante esses últimos tempos. Possessão, eis a palavra. Já não basta as pessoas cada vez mais mostrando quais coisas são suas, como "esse é o MEU carro", "essa é a MINHA casa", elas, não satisfeitas, precisam possuírem mais e mais, e aí surgiu a idéia de mostrar quais pessoas são suas. Isso mesmo, meus caros, pessoas viraram objetos também. Isso é lamentável! E por que isso me incomoda? Bem, me incomoda principalmente pois certas vezes perco amizades que poderiam ser duradouras por causa dessa insistência que alguns têm de acorrentar os outros. Relacionamentos desse tipo me fazem rir, sem dúvida. Por que os indivíduos, hoje em dia, em sua maioria, precisam dessas denominações tão egoístas? Esses pronomes possessivos não deveriam ser possessivos negativamente, na prática. Porque eu entendo que usar o "meu" e o "seu" deveria ser usado somente para fazer referência as pessoas que nos são próximas, e não porque sejam minhas ou suas de fato. Essa necessidade exarcebada por delimitar quem realmente pertence a quem é bastante fútil, ao meu ver. Por isso, na minha opinião, relacionamentos de qualquer natureza não duram. Namoradas impedindo namorados de terem amigas mulheres, ainda mais se representarem algum "perigo". Namorados tentando "algemar" suas namoradas para que nem sequer tentem aproximar-se de um outro cara "melhor". Amigos enciumados que não aceitam que seus amigos queiram fazer seus próprios amigos. Isso é nocivo! Será que só eu reparei isso? Essas situações me enojam. Se nem meus próprios pais são meus donos, será mesmo que devo ser possessão de qualquer outra pessoa? Isso não entra na minha cabeça. Esse ciúme doentio insiste em destruir relacionamentos. E quer saber mais? Isso, para mim, só pode ser insegurança. Pessoas inseguras, que não confiam no seu próprio "taco", que precisam encoleirar o outro para poderem se sentirem mais "tranquilas" e, para elas, é preciso fazer isso antes que algum "ladrão" possa roubar seus bens mais "preciosos". "É meu e é meu, e ninguém tasca". Situação deplorável! Não me sinto bem ao observar que ao meu redor esta situação é cada vez mais comum, o que não deveria ser. Vai ver esse é um dos motivos por eu ainda estar solteira, porque se algum cara tentasse me "acorrentar", eu simplesmente recusaria essa "algema". Ninguém é de ninguém, ou pelo menos, deveria ser assim. Eu ainda me pergunto como esses relacionamentos sobrevivem? Como alguém pode querer acorrentar quem não é seu? Como alguém aceita essa situação? Sinceramente, tem gente que confunde amor com simbiose. Haja oxigênio para poder salvar uma relação! Que sufoco! Eu, só de pensar nisso, só quero saber de fugir de relacionamentos-problema. Porque, convenhamos, que horror deve ser alguém que vive te monitorando, olhando o seu celular atrás de mensagens duvidosas, verificando o seu orkut para ver se algum(a) fulaninho(a) deixou recado para você. Ai, corta essa! As pessoas precisam viver, precisam confiar mais em si mesmas e acreditarem que, por mais que façam de tudo para alguém ficar consigo, há muitas pessoas no mundo interessantes, não só você, e que se aquele alguém se interessar por outra pessoa, não vá morrer, não é o fim do mundo, porque, por mais que doa, você irá superar. Afinal, o ser humano é um ser apaixonável, pode apaixonar-se várias vezes. Já chega dessa obsessão por ter alguém desesperadamente. Dêem um tempo. Vão espairecer e viver a vida e não viverem sufocados nesse relacionamento tacanho do tipo "você é meu", "você é minha". E nessas horas eu lembro de uma descrição de uma comunidade no orkut que diz assim: "Hoje eu tô convencido de que ninguém perde ninguém, por que ninguém possui ninguém. Essa é a verdadeira experiência da liberdade: ter a coisa mais importante do mundo sem possuí-la.". E eu concordo plenamente. Assim, aqui deixo o meu recado. Fica a dica ;) Mil beijos e até a próxima.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Prazer, eu me chamo Ciências Sociais.


Só pelo título, vocês já devem ter percebido do que eu vou tratar neste post: Ciências Sociais, o meu curso querido, mas conturbado. Ah sim, desculpem-me a momentânea falta de educação, olá, leitores! Pois bem, o que eu gostaria mesmo era colocar a boca no trombone sobre o meu curso, falar dos seus prós e contras, talvez até sirva para futuros cientistas que ainda não decidiram bem se vão querer ir por esse caminho. E os que já estão neste caminho talvez até concordem comigo em  nenhum, alguns ou todos os pontos, depende de quem ler. Primeiramente, eu adoro esse curso e o que se pode estudar nele. O leque de oportunidades de pesquisa é realmente enorme. Tudo pode ser objeto de estudo - isso na verdade é o que mais me encanta. O triste é ter que escolher ênfase (ainda) ao chegar no 6º semestre. Seria realmente bom estudar este curso em sua abrangência, mas, como se já não bastasse ter que escolher o curso no vestibular, ainda é preciso escolher uma ênfase dentro do curso. E quem sai perdendo dentro do curso são os próprios alunos, que poderiam ter uma formação mais abrangente para depois especializar-se nos segmentos posteriores (pós-graduação, mestrado, doutorado e afins), maaaas, enfim, essa é APENAS uma das inúmeras peculiaridades do curso. Outra coisa que eu gosto bastante nesse curso é a forma de ver o mundo diferenciada. Nele, o debate sobre diversos assuntos são mais abertos, que foge do simples bate-papo de mesa de bar. É possível até educar-se dentro do curso. Entrar de um jeito e sair de outro (mas nem sempre é assim...). Abrir a cabeça para certas situações. Além de tentar mudar o mundo (alguns consideram utopia; eu não), tentar mudar a si mesmo. Lembro de uma frase de um vídeo uma vez que cabe bem nessa situação que era assim: Ler pode tornar as pessoas perigosamente mais humanas. Pena que ainda existam pessoas tão mesquinhas e convencidas dentro do próprio curso, até mais do que as pessoas de fora. Parece absurdo, mas elas existem. Lamentável! Outra situação que me incomoda é o fato de não ter o tempo disponível (isto é, bastaaaante tempo) para ler os inúmeros livros que me interessam e os ditos "obrigatórios" do semestre. Isso é realmente revoltante! Certas vezes tenho que deixar de ler o que quero, para ler livros chatinhos. É, nem sempre é possível fazer o que se quer de verdade. Estou chegando a conclusão de que só vou poder realmente os livros que quero (minha lista de livros a ler é infinita!) depois que eu terminar minha graduação. E vai demoraaaaaar... Mas o que me entristece mesmo, e isso meus companheiros de sala entendem muito bem, é a desorganização dentro do nosso curso na universidade. Falta de interligação entre os diversos setores responsáveis pela (des)organização do curso é o que mais se evidencia. Ninguém sabe de nada, ninguém viu nada. E o pior é quando essa interligação é entre cursos de diferentes institutos (Português Instrumental é uma "novela" chata, né? Convenhamos...). E você pode se perguntar "Ela deve estar lá pela metade do curso para estar dizendo tudo isso". Não, meus queridos, estou apenas no primeiro passo, ou melhor dizendo, primeiro semestre, ou segundo período, como queiram. Enquanto essa PLE, essa droga de "artigo" e a BV não lançar os conceitos da turma, eu ainda me sinto no primeiro semestre, apesar de já estar às portas do segundo semestre. É, meus caros, eis o retrato da universidade pública, TRISTE! E para completar a lista de insatisfação ainda existe essa PLE, que é só mais um método paliativo de um ensino praticamente (ou completamente, se preferir) sucateado, em que uma matéria que deveria ser ministrada em um semestre (6 meses, por inferência lógica - adoro a Ieda!) será ministrada em duas semenas e meia, é mole? Não, gente, é dureza mesmo! Porém, não desistirei do curso, tenho fé e farei o que estiver ao meu alcance para essa situação melhorar no 4º período. Em outras palavras, sou brasileira e não desisto nunca! Pois bem, agora vou ficando por aqui. Beijinhos, corações, até a próxima!

sábado, 24 de julho de 2010

Pausa obrigatória. Isso requer reflexão!

Olá queridos, mais uma vez, estou aqui, em mais um daqueles momentos de desabafo. Antes desse desabafo, eu pensei e vi que era necessário deixar isso registrado aqui, pois é algo que me intriga muito. O fato intrigante no qual este texto irá tratar é sobre pessoas que não sabem o que quer. E a partir daí, surgirá ramificações relacionadas (ou nem tanto assim). Sabe, parei para observar, e observei que pessoas perto de mim são realmente confusas sobre si mesmas. Em especial, duas. A primeira pessoa (obviamente não citarei nomes por motivos éticos) é mesmo bem próxima de mim. Próxima só fisicamente, pois envolvimento real nesses últimos tempos é praticamente inexistente. E é ruim, porque eu gosto da mesma, o problema é que até hoje não sei o que fiz exatamente para que ela não simpatizasse tanto assim comigo. Talvez para ela, falar comigo seja alguma obrigação imposta pela sociedade (ok, só eu entendo essa parte, mas é bom compartilhar isso, lembrem-se: isso é um desabafo!). E eu fico preocupada com ela, apesar de ser uma pessoa bem grandinha, tá que às vezes, parece ser grande só na idade, porque em atitudes, pff... é lamentável. E pior é não saber o que se passa com a mesma, pois parece que está passando por dificuldades e conversar com ela seria... complicado. Uma pessoa BEM difícil de lidar. Mas o que eu queria mesmo falar sobre essa pessoa é que apesar de ter vivido mais do que eu, ter evoluído no quesito intelectual, a questão moral só piora. Uma pessoa que cresce, mas ao mesmo tempo estagna, sabe? Vive um relacionamento amoroso um tanto quanto fantasioso e não está bem com tudo isso. A pressão por casamento: definição consolidada na sociedade (fato!), um aparente descontentamento com sua profissão, e um lado emocional frágil, e mesmo obscuro. Daí a minha análise: essa pessoa parece não saber quem é até o presente momento. Não sabe se aceita a pressão e casa ou vive sua vida otimamente bem no estado civil solteiro. Para mim, parece uma decisão simples, mas para essa pessoa parece ser um martírio (sabe-se lá porquê). Porém, eu só queria que essa pessoa se encontrasse na vida dela, pois mesmo com tudo o que acontece, é uma pessoa que gosto mesmo. E mesmo assim, ela só se machuca e vive uma vida que ela supõe ser a correta para mostrar aos outros o quanto é feliz, quando na verdade, bem lá no fundo, sua escolha seria outra, uma que seria certamente repreendida por muitos, mas é o que ela deseja viver intensamente. Falta pulso, falta coragem. Talvez, até medo da solidão. É, meus caros, não deve ser fácil mesmo. Eu só queria MESMO que essa pessoa voltasse a ser o que ela era, de um jeito até melhor, e não desse jeito pesado e fechado que ela tomou para si como uma armadura para proteger-lhe de todas as coisas maléficas (e até benéficas) deste mundo. Enfim, é uma lamentação que vem bem de dentro do coração. Por enquanto, fica como um desejo, ou até mesmo uma prece. E o que o Cara lá de cima me escute se for possível. Já a segunda pessoa, bem, não é uma lamentação tão profunda quanto a primeira, mas não deixa de ser uma lamentação, pois é uma pessoa sem rumo, empolgada com as tendências, empregos rentáveis... os sonhos parecem mesmo inalcançáveis ou muito idealizados. Uma pessoa que realmente não sossega. Inconstante seria a melhor palavra para definí-la. Não gosto de dizer essa palavra, mas parece que agora é a única que expressa melhor o que eu sinto por essa pessoa: PENA. Eu sei que quem tem pena é galinha, mas eu não deixo de ter pena. Não que eu seja uma galinha... Ah, enfim, vocês entenderam. Eu só desejava e ainda desejo o seu melhor, mas acredito na ídéia de que tudo é uma escolha. E cada um faz as escolhas que melhor lhe sustentam. Claro que algumas pessoas escolhem coisas pelo momento, e esquecem de que a escolha tomada apenas pelo momento pode ser aquela que levará sua vida para o desastre completo. É lamentável perceber o rumo que a vida de algumas pessoas tomam, ainda mais se são pessoas pelas quais você sente afeto. Infelizmente! E o que ainda me resta é rezar. Sim, ainda acredito na inteligência superior a qual chamam de Deus. E é Ele que não me deixa esmorecer por muito tempo. E é com Ele que sigo, no meu coração e na minha mente. Aproveito e desejo que Ele se faça presente na vida de todos vocês, mesmo na vida daqueles em que não acreditam na Sua existência. Ai, é sempre bom poder escrever aqui, me sinto bem melhor. Tirei esse pesinho incômodo da cabeça. É isso, gente, mil beijocas, e até a próxima.

sábado, 17 de julho de 2010

Expanda-se!

Expandir! E por quê não? Expandir pensamento, conhecimento, sentimento, coração... Novos ares, novos horizontes. Vamos crescer, vamos olhar a vida com outros olhos: os do coração, os da alegria, os da verdade. Olhos de vida. Vida boa. Vida marcante. Chega de tudo que nos impede de evoluir. Vamos fazer o melhor por nós mesmos SEMPRE. Para quê deixar para o amanhã? A vida sempre convida para uma nova fase, um novo contexto e certas vezes estamos tão preocupados apenas com os problemas, que esquecemos do lado bom de viver e poder ser útil. Ajudar alguém. Ajudar-se. Tudo pode ser melhor se encararmos da melhor forma as coisas que acontecem conosco. Sofrimento é sempre opcional e a dor, vez ou outra, chega em nossas vidas, mas cabe a nós permitir por quanto tempo ela ficará em nossas vidas. Um ano ou um dia? Eu ainda prefiro a segunda opção, porque não dá para viver de amarguras, pois, por um acaso, elas servirão de algo em nossas vidas? Nos farão amar? Nos farão mais doces? Nos farão mais alegres? Ou então, nos farão sorrir ao acordar no primeiro raiar do sol? Não, elas apenas tomarão um espaço desnecessário dentro de cada um de nós, espaço este reservado à alegria, à doçura e à ternura. Sorria, sorria e SORRIA. Faça o dia valer a pena começando com o gesto mais simples e que favorecerá a si e aos outros: sorriso. Distribua um, dois, três, infindáveis sorrisos mesmo quando as coisas ao redor pareçam insolucionáveis. A melhor expansão: a dos lábios quando se abrem em um belo e radiante sorriso. Eu lhe desejo o meu melhor sorriso. Sorria e Contagie. Sorrir - e tenho dito.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Apesar dos pesares, tudo vai bem.

Olá Terráqueos, tudo bem por aí? Aqui pelo meu mundo cerejístico, vai tudo bem. Claro, sempre tem aqueles pequeníssimos detalhes para incomodar, mas nada que não possa ser resolvido (em alguns casos, desprezar, porque tentar resolver seria uma enorme perda de tempo). Nesses últimos tempos tenho percebido a quantidade de pessoinhas descartáveis que têm passado pela minha vida. Só passaram mesmo para deixar um recado: Tem gente ruim no mundo sim, só pra não perder a graça. E você deve se perguntar: tem graça ter gente ruim no mundo? Sim, claro - é a resposta. E quer saber por quê? Somos seres ainda falhos, precisamos evoluir e que, em hipótese nenhuma, podemos nos acomodar, em qualquer situação que seja. E é ai que entram as tais pessoinhas ruins nesse mundo. Elas servem justamente para nos incomodar, para não nos deixar acomodar em qualquer parada da vida, para nos mostrar que sim, precisamos parar de vez em quando (para pensar, refletir, evoluir, crescer - e mais uma porção de coisas que nos fazem brecar vez ou outra) devido as suas atitudes maldosas, mas sem esquecer que essa parada não pode ser muito longa, senão, já sabe - acomodação. Elas têm utilidade no momento certo, e é preciso a perspicácia de cada um entrar em ação para saber a hora de descartá-las. Porque coisinhas ruins na medida certa nos melhoram (se souber encarar e ver o lado bom das coisas), mas exageradamente, nos tiram do eixo. E eu, claro, estou aprendendo a utilizar a perspicácia para saber a hora de dar tchau para uma situação crítica. Chega de tanta mágoa e tanta dor. Está na hora de curtir mais quem nos quer bem, porque, convenhamos, é simplesmente desgastante só olhar para o lado triste de cada situação. Aprendi coisas nesse tempo. Primeiro, ver o lado bom das coisas, até as mais estressantes, como já havia dito anteriormente. Segundo, sorrir, mesmo quando tudo estiver fora dos planos, pois não dá para prever que alguém pode querer te "beliscar" a qualquer momento, seja por inveja e qualquer outros sentimentos que derivem dela. Sim, porque inveja é um sentimento destrutivo, que corrói por dentro, e eu digo isso por experiência própria, pois já senti inveja, claro, não sou hipócrita, e foi um dos piores momentos da minha vida. Não fiz nada de mal àquela pessoa a qual senti este sentimento corrosivo, mas me sentia a pior pessoa do mundo. Sabe aquela fase em que sempre o tal "jardim do vizinho sempre parece mais verde que o nosso"? Sim, já passei por essa fase dramática em minha vida. E confesso: fragilidade é terrível. E até hoje me pergunto: para quê sentir isso? É tão ruim, é perverso e arruina qualquer ação racional. É importante se livrar desse mal. E como já dizia Lulu Santos: "Para todo o mal, a cura". A minha cura foi exatamente essa, sorrir e ver o lado bom das coisas. E quero permanecer assim. Sabe, aquilo de "ninguém pode estragar meu humor"? Pois é, e realmente NINGUÉM tem esse direito e eu também não posso permitir isso. É tão bom ver tudo assim, desse jeito, mais leve. É isso que me deixa em paz. Consciência tranquila de que tudo está do jeito que está porque permiti. Sempre consciente de tudo a minha volta. É isso, alegria, alegria, companheiros. Podem chegar! E que as excelentes energias acompanhem-nos por todas as nossas trajetórias. Olhar para o passado para perceber o quanto se caminhou; olhar para o presente e analisar o quando ainda pode melhorar e olhar para frente sempre com a certeza de que tudo em nossas vidas nem sempre é sorrisos e lágrimas, mas sempre empenho e merecimento. Obrigada pela atenção e pela força de vontade de ler esse texto grandinho, queridíssimos. Mil beijos aquecidos no coração de cada um. Com carinho, Cereja.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Personagens frágeis. Máscaras ao chão.

Hoje passei por mais uma situação estressante. Não é nada agradável descobrir que uma pessoa que você "conhece", na verdade, não é nada daquilo que você pensava. É apenas um mero personagem mau acabado, frágil em sua base, que ainda precisa usar as pessoas como meios para atingir seus fins. Porém, minha cabeça não é degrau, não tenho sangue de barata. Atos maldosos ainda me deixam indignada, pois tenho a dignidade para discernir o maldoso do ingênuo. E sim, esse ato foi maldoso, foi de caso pensado. Só me pergunto se essa pessoa se sente feliz com o que fez e faz da sua vida. Se consegue colocar a cabeça no travesseiro sem sentir nada de culpa, porque sinceramente, se não sentir nada e o sono vier leve, a indignidade será seu primeiro nome. Falta de respeito, cinismo e aquele ar de vítima simplesmente me enojam. Pois bem, não me arrependo de nada do que fiz e disse hoje. Prefiro a transparência à falta de escrúpulos. O que sei de fato, é que o que se planta hoje, se colherá amanhã. E mesmo essa frase sendo tão banal, as pessoas ainda insistem em serem desonestas consigo e com os outros. Pois bem, cada um faz o que achar melhor em sua vida. E eu escolho viver em paz, pautando minhas escolhas e atitudes na clareza e firmeza de opinião.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Tempos de Copa.

Esses são tempos da alegria verde-e-amarela. Deveria ser todo o dia, mas é nesse tempo que as cidades, os estados, o país inteiro ficam mais coloridos. Um período que me alegra muito. Turma reunida, muitos gritos, corações batendo como um só esperando para comemorar o gol. Infelizmente, poucas pessoas conseguem perceber o verdadeiro sentido da Copa, além do sentido cultural. O que me deixa pensativa nesse momento é porque as pessoas só tiram suas blusas da seleção do armário apenas nessa época. Muitos só lembram que são brasileiros apenas em Copa. E alguns até lembram a letra do hino apenas para se sentirem mais "patriotas". Porém, em outros momentos, o Brasil é um país que "não tem mais jeito". Todavia, quando chega esse momento, todos apenas querem saber de levantar a taça na final, sendo representados pelo time do Sr. Dunga. Afinal, tanto criticam esse técnico, reclamam que esse primeiro jogo pouco rendeu, queriam mais. Mas a implicância com este time ocorreu desde a divulgação da escalação. E se o Dunga trouxer esse título com seu "exército", cairá nas graças do povo. É triste dizer que depois de tudo isso, o país volta ao normal e apenas reclamações tomarão lugar nas bocas brasileiras. Que tal usar sua blusa da seleção mais vezes e não apenas nesse período? E vestir a blusa de fato e não apenas reclamar da atual situação. Acorda Brasil, nosso país não é só Copa e futebol. É muito mais. BEM mais.

domingo, 13 de junho de 2010

Convite à reflexão [E que não demore]

Mais uma vez. Mais uma. De novo. Sim, as lágrimas quentes rolaram pela face, enquanto dúvidas surgiam na mente. Mais um erro, por causa de outro erro. O grande problema é não ouvir a voz da intuição. Tanto ouvi e nada levei em consideração. Sim, eu neguei essa voz e paguei um preço alto. Sim, há o lado bom. E esse eu prefiro guardar apenas para mim. E tudo o que passei nesse tempo, foi válido. Assim aprendo a não dar mais ouvidos a quem não merece. A quem apenas se importa com seu próprio mundinho. É, há pessoas que ainda aprenderão certas coisas para melhorar o caráter. Eu não quis ver o óbvio e tive o que mereci. Mas esse é o menor dos problemas, coisa que supero em pouco tempo, eu me conheço. O pior foi a forma como aconteceu e isso não pertence a minha decisão. Escolhas que cada um faz. E eu escolhi APRENDER. E esquecer? Isso fica em segundo plano. Para quê importar-se tanto com algo tão vão? Algo que poderia vir a ser importante e hoje perde o valor antes mesmo de fortalece-se. E é uma pena. Mas não para mim. Consciência tranquila e coração limpo. Nunca pronta e sempre superando. Próxima fase, pode vir.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Mais um momento de crise. Mas, pela primeira vez, é uma crise boa. Daí fica a pergunta: Como assim? Bom, agora vejo as crises de outra forma em minha vida. Antes, eu lamentava tanto por essa fase ruim estar chegando. Eu me preocupava apenas em ir para uma fase melhor. Agora, eu tenho a certeza de que a crise é apenas uma fase, assim como nas fases de um jogo de vídeo game. Com começo, obstáculos e o fim, com êxito. E é assim que vai acontecer na minha vida. Estou disposta a aprender com cada fase da minha vida, sem medo. E tendo a certeza de que as crises passam, mas as coisas boas ficam. Eu só preciso estar bem comigo mesma para as coisas começarem a fazer um real sentido na minha vida. E quer saber, elas já fazem sentido. Eu só estou buscando um caminho melhor, e ele já está sendo trilhado. E tudo o que é realmente bom, tem suas dificuldades. E eu vou crescer com cada momento, seja ele ruim ou bom, cada risada, cada lágrima. O que importa é vencer obstáculos, além de vencer ou perder. A simplicidade e a forças moram aí. E eu vou buscá-las. SEMPRE.

Jamais esquecer da Teoria do Playmobil:
- Nada do que aconteça, vai tirar esse sorriso do meu rosto.

sábado, 22 de maio de 2010

Eu mereço VIVER.

Viver uma nova vida a partir de agora. Cansei daquela mesmice. Daquilo que não me movimenta, não me impulsiona. Preciso deixar tudo isso de lado, porque, sinceramente, eu mereço. Todo mundo merece. Basta perceber o momento de mudar. Crescer. É isso o que falta. Dar uma reviravolta no comum, no que eu já conheço. Vai ser diferente...

sábado, 30 de janeiro de 2010

Despojar o medo.

Na verdade, ela queria mesmo ser livre de tudo que a impedia de ser feliz. Mas ela deixou o tempo passar, infelizmente... Porém, ainda há o
que fazer, há muito o que viver, pois não há sofrimento que a impeça de
viver. Com tudo, ela vive, contudo, tem medo. Todavia, tenta sempre melhorar. Por que permanecer no mesmo lugar se o mundo é tão grande? Tem tanto a caminhar, muito a deixar pra trás e muito mais a conhecer. Ela não quer permanecer no mesmo ponto por tanto tempo. Ela quer seguir adiante. Mas como? Ela vai trilhar o caminho mesmo sem conhecê-lo. Mesmo com a vida quase desconhecida diante dela, ela quer conhecer realmente a sua própria vida. E tem tantos por aí que insistem em dizer que sabem muito sobre ela. Mas se nem ela sabe, alguém saberá melhor que ela? Dúvidas... Ela vai passar por cima das dificuldades, enfrentando-as, sem covardia, melancolia ou algo parecido. Ela quer ser apenas feliz, e já nem sabe mais como. Ela aprenderá...