quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Pequena como a formiga. Pequena e tão fora da linha...

Pois é assim que me sinto... como uma formiga. Pequena, frágil... diminuta perto da imensidão. Imensidão imunda, hipócrita, egoísta, fútil e medíocre. Chega a doer. Por que essa dor insiste em persistir? O que devo fazer para que essa dor que me aflige possa movimentar-se tão rápido quanto o vento furioso antes de uma grande tempestade? Eu só queria poder sentir mais o sol. Sol, onde te escondes?
Será que sou tão pequena assim, diante da realidade perversa? Por que as coisas são assim e não de outro modo? Por que as pessoas ainda insistem em olhar cada vez mais para o seu umbigo e colocá-lo em um pedestal ao invés de agirem, colocarem a mão na massa? Por que não pensar no geral, ao invés de só pensar no particular? As coisas estão mesmo muito erradas.
Eu me sinto exatamente como essa formiga na foto. Pequena e fora da linha. Fora da linha da bagunça, da desorganização, do "eu-primeiro". Desalinhada. Talvez eu perca a linha de vez ou então... eu REALMENTE perca a linha de vez...

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