Mais um início de semestre está se aproximando... Acho que agora o titulo desse post fez sentido para quem está lendo. E também foi por isso que eu coloquei essa foto ao lado, porque é mais ou menos assim que estarei a partir da próxima semana.
Primeiramente, nem será um semestre. Olha quando iremos começar... NO FIM DO MÊS DE MARÇO! É, universidade pública tem dessas "surpresas". Superado (?) este trauma (eterno?), passemos para o próximo quesito.
Ainda a pouco, conversando com um amigo, pude ler a seguinte frase: "Estou no sétimo semestre, e a sensação de não saber praticamente nada me assombra.". Bom, eu, apesar de ainda estar no 3º semestre, já sinto essa sensação. Caramba, e o tempo passa rápido. Me lembro como se fosse ontem quando eu entrei na universidade, e agora já estou no segundo ano. Que rápido! E um dos meus medos é o de não aproveitar, de fato, o que a universidade tem para me oferecer. Eu sei que é de praxe, ainda mais nesse início de ano, dizer que vai ser diferente, que eu vou me empenhar mais, daí quando dezembro chega, você percebe que passou o tempo e você não cumpriu praticamente nada do que disse. Bom, eu passo por isso todos os anos (gargalhadas), mas ainda está em tempo de mudar, né, gente?
Acho que é válido fazer uma lista do que fazer durante os dias, semanas e meses desse ano. A famigerada lista... o que importa é que ela vai ser feita. E espero cumprir, e se espero! Comecem a fazer as suas, caros colegas ;)
E outra: até o ano passado eu não sentia a mínima vontade de trabalhar. Ainda estava na fase de adaptação na universidade. Eis que essa fase nunca irá ter fim (universidade é bicho estranho, falo logo), mas esse ano algo mudou. A vontade de trabalhar surgiu, e agora? E tudo isso porque, convenhamos, é um saco ter que ficar pedindo dinheiro para o pai todo o tempo. Está na hora de ter a minha grana, né? Algo para chamar de meu (risos). Então tá, preparei o currículo, pobrezinho, quase nada. Foi aí que eu percebi o quanto ainda preciso crescer e muito na minha vida, não só em altura (RÁ!).
Além disso, preciso participar mais dos eventos que a universidade oferece. Como disseram logo quando entrei: É preciso viver a universidade. Eis a pergunta: como? Tem tanta coisa lá, que às vezes eu me perco. E é aí que o site da instituição ajuda, mas SÓ um pouco.
Partindo dessa questão, eis um outro problema: a falta de divulgação de informações lá é imensa. Se você não tiver a sorte de conhecer pessoas que vão com a sua cara para te passar essas informações, se você não correr atrás e nem andar pela universidade, contente-se: você irá viver no seu mundinho enclausurado em uma bolha PARA SEMPRE. Lá as coisas não caem do céu (só se você tiver boas influências para te colocar a par dos acontecimentos, o que eu, na verdade AINDA não tenho. A mim, ainda resta a opção de correr atrás mesmo).
Papo é o seguinte, direto e reto: Ou você se esperta dentro daquele mini(?)-mundo ou então você só vai passear lá mesmo. Acontece muita coisa que você nem sonha, só porque você "dorme no ponto". E como já dizia a música: Camarão que dorme a onda leva. Então, tá na hora de acordar e viver essa realidade da melhor maneira. E essa maneira, só você pode definir qual é. A minha ainda está em análise. E mesmo que estivesse pronta eu não iria contar aqui, tá? Sou má =B (risada maléfica).
Beijos meus queridos (ou coitados) universitários. Espero que ALCANCEM a minha idéia, certo? (essa vai especialmente para os alunos da digníssima professora Ieda). Fica a dica ;)

Nooossa acho que estamos vivendo realmente o inconsciente coletivo de Jung, pois estou sentindo a mesma sensação, quero muito aprender e criar ciência (mesmo duvidando da sua existência), e se possível ganhar um trocado com essas atividades.
ResponderExcluirComo estamos no mesmo barco, desejo sorte para todos nós nessa guerra silenciosa..