sexta-feira, 29 de julho de 2011

Clareando idéias...

Sobre os últimos acontecimentos, só confirmei uma idéia: ninguém sabe tanto sobre você, quanto você mesmo(a). Por mais que as pessoas tentem, elas não conseguem entender, de fato, o que você viveu. Elas podem achar que sabem sobre você, até mais do que você mesmo, mas não é verdade. Só você sabe o que viveu, o que sentiu, o que ouviu, o que pensou e o que presenciou. E até você mesmo erra em algumas constatações de si próprio, então, como os outros poderão acertar mais do que você, sobre você?
Então, o importante nisso tudo é reconhecer-se. Saber no que errou, pra tentar não erra mais, lá na frente e no que acertou. Saber no que pode melhorar para acertar, futuramente.
A partir disso, valorizar-se, daí, só então, as opiniões dos outros, serão apenas as opiniões dos outros.
Pra quê se justificar sobre os seus atos, a todo momento, para todo mundo? Antes de mais nada, a justificativa tem que ser para si mesmo.
Pra quê dar tantas respostas? Os outros também podem empenhar-se em lhe entender, se assim acharem que vale a pena o esforço.
Antes de tudo, olhar-se. Depois, analisar-se. Assim, mudar o que tiver que mudar, e deixar bem colocado o que deve permanecer. O importante é o bem-estar. Não mudar porque os outros preferem. Mudar porque VOCÊ prefere e se sente melhor.
Sinto, muitas vezes, que as pessoas apenas tem uma visão disforme sobre a minha pessoa. Que elas tenham então! Quem precisa ter uma visão clara sobre mim, de verdade, sou eu mesma. Quem precisa valorizar-se, antes de mais nada, sou eu mesma. Quem precisa amar-se, sou eu mesma. O que vier depois disso, é apenas bônus, fruto do que conquistei.
Na verdade, a chave-base está em mim. E enquanto eu não olhar, de verdade, pra mim, os outros terão total liberdade de me machucar com suas palavras duras, quando na verdade, são apenas palavras, que não deveriam me afetar.
Só eu posso evitar minhas mágoas. O que os outros fazem, são apenas o que fazem. Tenho que começar por mim, por minhas ações. Preciso viver e existir, e não apenas sobreviver, dia após dia. Eu posso, eu quero, eu preciso e eu vou crescer diante das dificuldades, diante das interpretações errôneas que fazem sobre mim, que antes e até esse momento, doíam, a partir de hoje, não mais. E tenho dito.
Na verdade, o que eu preciso, agora, urgentemente, é não me importar como eu me importava a algumas horas atrás. Preciso mesmo é deixar passar e não dar mais valor ao que, realmente, não tem valor nenhum.
As críticas que os outros fazem sobre mim, não doem tanto, quanto as que eu faço sobre mim. Então, que eu me enxergue, de fato. Que eu passe a entender e a reconhecer meus pontos positivos para que sejam cada vez mais desenvolvidos, e os pontos negativos, para que possam ser modificados aos poucos, sem tanto alarde, sem ser brusco.
O que os outros pensam, são só o que eles pensam. Quando, o que realmente importa, é o que eu penso sobre mim. É claro que a gente quer que as pessoas as quais gostamos também pensem bem da gente, mas nem sempre é assim. Então, o seguinte é fortalecer-se, olhar-se sempre com olhos de empenho e esperança de que tudo pode melhorar, sempre.

Não há nada bom, que não possa ser melhor ainda! (Cereja, T.)

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