quarta-feira, 28 de abril de 2021

 Meu Deus, o cantinho ainda está ativo.

Que surpresa boa, Blogger 😍

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Isso... Apenas isso!

Eu sei que não é o fim do mundo. Tem coisas que, simplesmente, precisam acontecer. Mas você não quer que aconteça. Dói. Te faz mudar de humor. Mas há coisas que precisam acontecer para que se instale uma nova sensação. Aquela em que você precisa tentar de novo. Fazer dar certo na vez seguinte. Não é fácil. Dá vontade de desistir, mas quando você pára e pensa, você consegue continuar. A força sempre esteve aí. Você só quer os caminhos floridos e não dá. Assim pode ocorrer a estagnação e isso você também não quer. Amadurecer é difícil, mas crescer é pior. Tem horas que você tem aquela vontade de ser sempre um pirralho, como muitos já te chamaram um dia. Você prefere ser criança. Mas não dá. O máximo que você pode fazer é guardar isso pra você. Atitudes não mais. O mundo pede mais de você. Tem que crescer! Dá medo... E como! Aquele que você não sabe se tá indo pelo caminho certo, se tá fazendo as coisas certas. Daí vem aquela velha mania de cobrança. Inevitável!
E é tão ruim quando você sente que lhe faltaram com o que você preza, mas a outra pessoa também não está muito disposta a conversas. Ela se sente ofendida, talvez... Você errou? Será? Não sei... Talvez na forma de expressão...
E mesmo nesse momento de tensão, você queria o que a foto mostra... assim, nesse exato momento. Um abraço apertado, demorado, daqueles que te tiram o ar. Troca de energias, de emoções, que você só pode ter em foto. Por enquanto... E quando tiver, faça isso... Abrace! Abrace muito!

sábado, 8 de outubro de 2011

Chega de tanto "mimimi"

Cansada já de tanta coisa pequena pra se preocupar, de chorar por besteira e me preocupar demais com os outros. Tenho percebido que com tudo isso eu só tenho me ferrado. Pelo menos contribuiu pra alguma coisa... Vou mudar!
Sabe quando você olha pra si e cansa do que vê? Porque parece que você sempre tá andando em círculo e nunca chegando em lugar algum. Pareço que não estou progredindo desse jeito. E só tenho "levado na cara" pra ver se eu aprendo de uma vez por todas que do jeito que tá, não pode ficar.
Ao olhar pra tudo o que está acontecendo, me vejo forçada a mudar, porque se eu continuar desse mesmo jeito, só vou quebrar a cara. 
Não quero mais dar murro em ponta de faca. Quero apenas viver em paz. Será que é possível? Vou fazer de tudo pra que isso possa acontecer. E começou desde a primeira palavra que escrevi aqui, nesse post.
É necessário mudar, portanto, aí vou eu!

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Pedaços de vida... ou vida de pedaços?

Sensação de que você não superou algo. O tempo, ao invés de aliviar as dores, apenas fez adormecê-las em um peito cansado. Cansado de lembrar algo que queria esquecer. Ou melhor, queria nunca ter vivido.
Sentir a ausência de pessoas queridas. Pessoas que deveriam ser seu ninho, seu alicerce, mas não são. São apenas desconhecidos morando embaixo do mesmo teto. Cada um no seu mundinho, tão preocupado com a próxima tarefa a executar. Porém, dentre a tríade, uma pessoa sente falta. Sente, desde sempre. Desde que se entende por gente.
Pode ter tantas coisas, tantas oportunidades que tantas outras pessoas queriam, essa pessoa tem. Entretanto, uma coisa ainda lhe falta: carinho e atenção. Mas digo, a real atenção e o real carinho, e não dinheiro frio e sujo a qualquer momento para uma diversão casual ou uma conversa interminável onde esconde-se motivos mesquinhos, repetidos, mas que pretende colocar como uma grande preocupação com o seu futuro e o que está fazendo dele.
Ela não deveria reclamar, tem tantas coisas a seu dispor. Seria, ela, uma pessoa tão ingrata a ponto de não reconhecer e dar graças pelo o que tem? Ela sempre agradece pelo o que tem, mas queria ter mais, um pouquinho mais... será que é demais para ela? Será que ela não merece? Será que ela está pedindo muito.
Nada material. Um afago, um abraço, uma conversa no fim do dia... - "Oi, como vai você? Como foi seu dia? O que fizeste de bom?" - Não seria nada mal, na verdade, para essa pessoa seria um sonho realizado. Algo de verdade, e não mecanizado, como se houvesse apenas obrigação de que essas pessoas convivessem juntas. Obrigação... nossa, que palavra mais gélida! Nada mais decepcionante...
Vontade ela tem, e muita, de conversa com a dupla. Mas como? Se sabe muito bem (desde sempre), que será taxada... "Ora, quanta tolice, pare com isso..." - Quando ela pensa em falar sobre, ela pensa um pouco mais... e prefere deixar escondido dentro dela mesmo. Vez ou outra irá transbordar, e seus olhos denunciarão a tristeza que ela carrega no peito. Ela pode até esquecer, mas está lá. E a dor sempre aparece...
Dizem que o tempo cura tudo. Será? Para essa pessoa, a dor só piorou com o passar do tempo. Algo que evoluiu e isso é péssimo!
Ela sente que falta algo. Se sente em pedaços. E se sente viva, alegra, intensa, quando está na companhia de quem lhe dá atenção, do jeito que ela precisa. Se sente "em casa", quando abraça o ser amado. O amigo querido. A amiga atenciosa. Pessoas preciosas! Afinal, ela precisava disso, senão, como conseguiria seguir o seu caminho tortuoso, cheio de obstáculos e com muitas vitórias para conquistar? Precisa desse apoio, aonde a tríade não dá suporte. Na verdade, bem se sabe que não é tríade, e sim um quinteto. Desmembrado... ligados por um fio cada vez mais fino... Fino, fino, este fio fica cada vez mais fino com o passar do tempo e ela só lamenta....
Haja a transbordar esse rio que ela traz dentro dela. Rio que corre através dos olhos....
A dupla nunca lhe perguntou o contexto de, absolutamente, nada. Eram só os seus interesses em pauta. E a pessoa ficando cada vez mais acuada e retraída. Aprendeu a ser discreta ao longo do tempo, pelo menos algo bom!
Com tudo isso, ela aprende a como não ser, para que, no futuro, em seu próprio ninho, ela possa ser o que a dupla, na verdade, o quarteto, não fora para ela. Ela sente falta do pilar, do centro, de toda essa parafernalha que se tornou o seu ninho primeiro, desde que este pilar não pode mais existir entre eles.
Ah, pilar, fazes falta... e como... tua graça, teu charme, teu amor... ela depende de ti até hoje, e sente o amor vibrar forte no peito, quando pensa em ti... Outro rio vem aí... saudade...
Enquanto isso, ela cresce, amadurece e vive... mesmo não sentindo vontade de voltar para seu lar, ao fim do dia, ela vive... Sente que o que viveu nesse ninho foram apenas pedaços de vida... e ela não queria constatar isso, mas o que realmente parece é que sua vida, no ninho, foi uma vida de pedaços. Pedaços, hoje, tão desconexos, confusos e perdidos, que ela se sente mais do mundo... mais da vida...
Hoje o pássaro prefere voar... como sempre... voa, pássaro, voa... tens muito a ver no mundo... procura o amor que precisas, a alegria que almejas, o carinho que desejas...

domingo, 7 de agosto de 2011

Insegurança me consome.

Aqueles momentos em que você simplesmente sente um vazio dentro de si. Começa a pensar em mil e uma possibilidades. Não consegue se sentir tão especial. Aquela sensação de que está dividindo o espaço com alguém na vida de outra pessoa. Acha até que aquele lugar não é seu... Insegurança, seguida de medo. Medo do que está longe. Medo do que pode voltar. Pensar nas possibilidades chega a ser torturante. O peito fica apertado. A garganta fecha. Os olhos podem até dar sinal de lágrimas. A cabeça gira em torno desse medo. E se eu perder? E se eu não for suficiente? Sentir-se pequeno é apenas um dos sintomas. Tremenda dificuldade de olhar as coisas boas nesse momento. O que resta é esperar passar. E esperar que seja algo momentâneo. Sentir vontade de apagar o passado, que se mostra impossível de ser apagado. Vontade de ser único. Egoísmo? Talvez. O melhor é não pensar no que é certo ou errado a se fazer. Pensar, melhor, no que é preciso fazer. A partir daí, quem sabe, esse espectro chamado insegurança possa esfacelar-se. Ou sumir por um tempo. Mas nem sempre a insegurança é algo ruim. Te faz valorizar o que realmente é importante para si. Te faz pensar em sempre melhorar para que o que conquistaste não se vá com o tempo.
Aquela sensação de estar andando sempre em corda bamba é aterrorizadora. Mas não te deixa estagnar. Pode até doer, mas te movimenta no caminho do progresso de si.
O que realmente deve ser contido é o sentimento de abatimento. Não se deixar envolver pelo momento, de maneira completa. É preciso refletir, mas não desesperar-se. (Ok, fale isso para alguém inseguro, e veja não surtir efeito algum...)


- Meu coração hoje aperta por saber o quanto significas para mim... Meu grito é silencioso, e meu medo é sincero. Sinto-me suspensa em um ar rarefeito, onde não consigo respirar. Aqui não há gravidade. O que me sustenta, não é o chão, é o sentimento que aqui guardo. Sinto-me tão frágil, onde um simples sopro de vento pode me derrubar. Mas não desistirei do que construí. Deixarei esse momento passar e então, sentirei os pés tocarem o chão novamente. E assim continuarei o caminho mais longo: para dentro de mim...

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Clareando idéias...

Sobre os últimos acontecimentos, só confirmei uma idéia: ninguém sabe tanto sobre você, quanto você mesmo(a). Por mais que as pessoas tentem, elas não conseguem entender, de fato, o que você viveu. Elas podem achar que sabem sobre você, até mais do que você mesmo, mas não é verdade. Só você sabe o que viveu, o que sentiu, o que ouviu, o que pensou e o que presenciou. E até você mesmo erra em algumas constatações de si próprio, então, como os outros poderão acertar mais do que você, sobre você?
Então, o importante nisso tudo é reconhecer-se. Saber no que errou, pra tentar não erra mais, lá na frente e no que acertou. Saber no que pode melhorar para acertar, futuramente.
A partir disso, valorizar-se, daí, só então, as opiniões dos outros, serão apenas as opiniões dos outros.
Pra quê se justificar sobre os seus atos, a todo momento, para todo mundo? Antes de mais nada, a justificativa tem que ser para si mesmo.
Pra quê dar tantas respostas? Os outros também podem empenhar-se em lhe entender, se assim acharem que vale a pena o esforço.
Antes de tudo, olhar-se. Depois, analisar-se. Assim, mudar o que tiver que mudar, e deixar bem colocado o que deve permanecer. O importante é o bem-estar. Não mudar porque os outros preferem. Mudar porque VOCÊ prefere e se sente melhor.
Sinto, muitas vezes, que as pessoas apenas tem uma visão disforme sobre a minha pessoa. Que elas tenham então! Quem precisa ter uma visão clara sobre mim, de verdade, sou eu mesma. Quem precisa valorizar-se, antes de mais nada, sou eu mesma. Quem precisa amar-se, sou eu mesma. O que vier depois disso, é apenas bônus, fruto do que conquistei.
Na verdade, a chave-base está em mim. E enquanto eu não olhar, de verdade, pra mim, os outros terão total liberdade de me machucar com suas palavras duras, quando na verdade, são apenas palavras, que não deveriam me afetar.
Só eu posso evitar minhas mágoas. O que os outros fazem, são apenas o que fazem. Tenho que começar por mim, por minhas ações. Preciso viver e existir, e não apenas sobreviver, dia após dia. Eu posso, eu quero, eu preciso e eu vou crescer diante das dificuldades, diante das interpretações errôneas que fazem sobre mim, que antes e até esse momento, doíam, a partir de hoje, não mais. E tenho dito.
Na verdade, o que eu preciso, agora, urgentemente, é não me importar como eu me importava a algumas horas atrás. Preciso mesmo é deixar passar e não dar mais valor ao que, realmente, não tem valor nenhum.
As críticas que os outros fazem sobre mim, não doem tanto, quanto as que eu faço sobre mim. Então, que eu me enxergue, de fato. Que eu passe a entender e a reconhecer meus pontos positivos para que sejam cada vez mais desenvolvidos, e os pontos negativos, para que possam ser modificados aos poucos, sem tanto alarde, sem ser brusco.
O que os outros pensam, são só o que eles pensam. Quando, o que realmente importa, é o que eu penso sobre mim. É claro que a gente quer que as pessoas as quais gostamos também pensem bem da gente, mas nem sempre é assim. Então, o seguinte é fortalecer-se, olhar-se sempre com olhos de empenho e esperança de que tudo pode melhorar, sempre.

Não há nada bom, que não possa ser melhor ainda! (Cereja, T.)

domingo, 10 de julho de 2011

R E L A X A R !

Sabe aquele momento em que a cabeça não pára de latejar com tantas idéias correndo soltas, ao mesmo tempo? Sabe aquele momento que você já pensou tanto, tanto, que já não sabe mais o que pensar? Sabe aquele momento em que nada parece funcionar, nada parece ter solução? 
RELAXAR! Coisa que não faço. Pelo contrário, me cobro. E muito!
Admito: não tenho me feito tão feliz nesses últimos tempos. Na verdade, tenho errado muito comigo. Caramba, preciso me valorizar mais e não deixar a minha vida na mão de terceiros. Se essa é a minha vida, preciso, então, vivê-la. Viver e relaxar, eis a novidade. Tenho que parar um pouco de só olhar os meus defeitos, de só olhar aquilo que só me machuca e faz mal. Porque olhar isso me faz mal. Tá na hora de viver! Tá na hora de relaxar! Será que é tão difícil assim?
Não preciso de neuras. Não preciso de tantas cobranças. Só preciso de amor. Amor por mim mesma. A partir daí, coisas boas surgirão, acredito nisso. Não deveria duvidar do que trago aqui dentro desse peito, que já passou por tanta coisa, mas que não vai desistir de passar por mais coisas, enquanto os dias à minha frente existirem vívidos.
Então para começar, preciso amar-me. Me fazer feliz e me querer bem. Enquanto penso nisso, vou relaxando. E o que vem depois? Vai ser apenas fruto da minha conquista e do meu merecimento. Devo acreditar nisso. Farei o teste.
Agora, com licença, vou relaxar...