Cansada já de tanta coisa pequena pra se preocupar, de chorar por besteira e me preocupar demais com os outros. Tenho percebido que com tudo isso eu só tenho me ferrado. Pelo menos contribuiu pra alguma coisa... Vou mudar!
Sabe quando você olha pra si e cansa do que vê? Porque parece que você sempre tá andando em círculo e nunca chegando em lugar algum. Pareço que não estou progredindo desse jeito. E só tenho "levado na cara" pra ver se eu aprendo de uma vez por todas que do jeito que tá, não pode ficar.
Ao olhar pra tudo o que está acontecendo, me vejo forçada a mudar, porque se eu continuar desse mesmo jeito, só vou quebrar a cara.
Não quero mais dar murro em ponta de faca. Quero apenas viver em paz. Será que é possível? Vou fazer de tudo pra que isso possa acontecer. E começou desde a primeira palavra que escrevi aqui, nesse post.
É necessário mudar, portanto, aí vou eu!
sábado, 8 de outubro de 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Pedaços de vida... ou vida de pedaços?
Sensação de que você não superou algo. O tempo, ao invés de aliviar as dores, apenas fez adormecê-las em um peito cansado. Cansado de lembrar algo que queria esquecer. Ou melhor, queria nunca ter vivido.
Sentir a ausência de pessoas queridas. Pessoas que deveriam ser seu ninho, seu alicerce, mas não são. São apenas desconhecidos morando embaixo do mesmo teto. Cada um no seu mundinho, tão preocupado com a próxima tarefa a executar. Porém, dentre a tríade, uma pessoa sente falta. Sente, desde sempre. Desde que se entende por gente.
Pode ter tantas coisas, tantas oportunidades que tantas outras pessoas queriam, essa pessoa tem. Entretanto, uma coisa ainda lhe falta: carinho e atenção. Mas digo, a real atenção e o real carinho, e não dinheiro frio e sujo a qualquer momento para uma diversão casual ou uma conversa interminável onde esconde-se motivos mesquinhos, repetidos, mas que pretende colocar como uma grande preocupação com o seu futuro e o que está fazendo dele.
Ela não deveria reclamar, tem tantas coisas a seu dispor. Seria, ela, uma pessoa tão ingrata a ponto de não reconhecer e dar graças pelo o que tem? Ela sempre agradece pelo o que tem, mas queria ter mais, um pouquinho mais... será que é demais para ela? Será que ela não merece? Será que ela está pedindo muito.
Nada material. Um afago, um abraço, uma conversa no fim do dia... - "Oi, como vai você? Como foi seu dia? O que fizeste de bom?" - Não seria nada mal, na verdade, para essa pessoa seria um sonho realizado. Algo de verdade, e não mecanizado, como se houvesse apenas obrigação de que essas pessoas convivessem juntas. Obrigação... nossa, que palavra mais gélida! Nada mais decepcionante...
Vontade ela tem, e muita, de conversa com a dupla. Mas como? Se sabe muito bem (desde sempre), que será taxada... "Ora, quanta tolice, pare com isso..." - Quando ela pensa em falar sobre, ela pensa um pouco mais... e prefere deixar escondido dentro dela mesmo. Vez ou outra irá transbordar, e seus olhos denunciarão a tristeza que ela carrega no peito. Ela pode até esquecer, mas está lá. E a dor sempre aparece...
Dizem que o tempo cura tudo. Será? Para essa pessoa, a dor só piorou com o passar do tempo. Algo que evoluiu e isso é péssimo!
Ela sente que falta algo. Se sente em pedaços. E se sente viva, alegra, intensa, quando está na companhia de quem lhe dá atenção, do jeito que ela precisa. Se sente "em casa", quando abraça o ser amado. O amigo querido. A amiga atenciosa. Pessoas preciosas! Afinal, ela precisava disso, senão, como conseguiria seguir o seu caminho tortuoso, cheio de obstáculos e com muitas vitórias para conquistar? Precisa desse apoio, aonde a tríade não dá suporte. Na verdade, bem se sabe que não é tríade, e sim um quinteto. Desmembrado... ligados por um fio cada vez mais fino... Fino, fino, este fio fica cada vez mais fino com o passar do tempo e ela só lamenta....
Haja a transbordar esse rio que ela traz dentro dela. Rio que corre através dos olhos....
A dupla nunca lhe perguntou o contexto de, absolutamente, nada. Eram só os seus interesses em pauta. E a pessoa ficando cada vez mais acuada e retraída. Aprendeu a ser discreta ao longo do tempo, pelo menos algo bom!
Com tudo isso, ela aprende a como não ser, para que, no futuro, em seu próprio ninho, ela possa ser o que a dupla, na verdade, o quarteto, não fora para ela. Ela sente falta do pilar, do centro, de toda essa parafernalha que se tornou o seu ninho primeiro, desde que este pilar não pode mais existir entre eles.
Ah, pilar, fazes falta... e como... tua graça, teu charme, teu amor... ela depende de ti até hoje, e sente o amor vibrar forte no peito, quando pensa em ti... Outro rio vem aí... saudade...
Enquanto isso, ela cresce, amadurece e vive... mesmo não sentindo vontade de voltar para seu lar, ao fim do dia, ela vive... Sente que o que viveu nesse ninho foram apenas pedaços de vida... e ela não queria constatar isso, mas o que realmente parece é que sua vida, no ninho, foi uma vida de pedaços. Pedaços, hoje, tão desconexos, confusos e perdidos, que ela se sente mais do mundo... mais da vida...
Hoje o pássaro prefere voar... como sempre... voa, pássaro, voa... tens muito a ver no mundo... procura o amor que precisas, a alegria que almejas, o carinho que desejas...
Sentir a ausência de pessoas queridas. Pessoas que deveriam ser seu ninho, seu alicerce, mas não são. São apenas desconhecidos morando embaixo do mesmo teto. Cada um no seu mundinho, tão preocupado com a próxima tarefa a executar. Porém, dentre a tríade, uma pessoa sente falta. Sente, desde sempre. Desde que se entende por gente.
Pode ter tantas coisas, tantas oportunidades que tantas outras pessoas queriam, essa pessoa tem. Entretanto, uma coisa ainda lhe falta: carinho e atenção. Mas digo, a real atenção e o real carinho, e não dinheiro frio e sujo a qualquer momento para uma diversão casual ou uma conversa interminável onde esconde-se motivos mesquinhos, repetidos, mas que pretende colocar como uma grande preocupação com o seu futuro e o que está fazendo dele.
Ela não deveria reclamar, tem tantas coisas a seu dispor. Seria, ela, uma pessoa tão ingrata a ponto de não reconhecer e dar graças pelo o que tem? Ela sempre agradece pelo o que tem, mas queria ter mais, um pouquinho mais... será que é demais para ela? Será que ela não merece? Será que ela está pedindo muito.
Nada material. Um afago, um abraço, uma conversa no fim do dia... - "Oi, como vai você? Como foi seu dia? O que fizeste de bom?" - Não seria nada mal, na verdade, para essa pessoa seria um sonho realizado. Algo de verdade, e não mecanizado, como se houvesse apenas obrigação de que essas pessoas convivessem juntas. Obrigação... nossa, que palavra mais gélida! Nada mais decepcionante...
Vontade ela tem, e muita, de conversa com a dupla. Mas como? Se sabe muito bem (desde sempre), que será taxada... "Ora, quanta tolice, pare com isso..." - Quando ela pensa em falar sobre, ela pensa um pouco mais... e prefere deixar escondido dentro dela mesmo. Vez ou outra irá transbordar, e seus olhos denunciarão a tristeza que ela carrega no peito. Ela pode até esquecer, mas está lá. E a dor sempre aparece...
Dizem que o tempo cura tudo. Será? Para essa pessoa, a dor só piorou com o passar do tempo. Algo que evoluiu e isso é péssimo!
Ela sente que falta algo. Se sente em pedaços. E se sente viva, alegra, intensa, quando está na companhia de quem lhe dá atenção, do jeito que ela precisa. Se sente "em casa", quando abraça o ser amado. O amigo querido. A amiga atenciosa. Pessoas preciosas! Afinal, ela precisava disso, senão, como conseguiria seguir o seu caminho tortuoso, cheio de obstáculos e com muitas vitórias para conquistar? Precisa desse apoio, aonde a tríade não dá suporte. Na verdade, bem se sabe que não é tríade, e sim um quinteto. Desmembrado... ligados por um fio cada vez mais fino... Fino, fino, este fio fica cada vez mais fino com o passar do tempo e ela só lamenta....
Haja a transbordar esse rio que ela traz dentro dela. Rio que corre através dos olhos....
A dupla nunca lhe perguntou o contexto de, absolutamente, nada. Eram só os seus interesses em pauta. E a pessoa ficando cada vez mais acuada e retraída. Aprendeu a ser discreta ao longo do tempo, pelo menos algo bom!
Com tudo isso, ela aprende a como não ser, para que, no futuro, em seu próprio ninho, ela possa ser o que a dupla, na verdade, o quarteto, não fora para ela. Ela sente falta do pilar, do centro, de toda essa parafernalha que se tornou o seu ninho primeiro, desde que este pilar não pode mais existir entre eles.
Ah, pilar, fazes falta... e como... tua graça, teu charme, teu amor... ela depende de ti até hoje, e sente o amor vibrar forte no peito, quando pensa em ti... Outro rio vem aí... saudade...
Enquanto isso, ela cresce, amadurece e vive... mesmo não sentindo vontade de voltar para seu lar, ao fim do dia, ela vive... Sente que o que viveu nesse ninho foram apenas pedaços de vida... e ela não queria constatar isso, mas o que realmente parece é que sua vida, no ninho, foi uma vida de pedaços. Pedaços, hoje, tão desconexos, confusos e perdidos, que ela se sente mais do mundo... mais da vida...
Hoje o pássaro prefere voar... como sempre... voa, pássaro, voa... tens muito a ver no mundo... procura o amor que precisas, a alegria que almejas, o carinho que desejas...
domingo, 7 de agosto de 2011
Insegurança me consome.
Aqueles momentos em que você simplesmente sente um vazio dentro de si. Começa a pensar em mil e uma possibilidades. Não consegue se sentir tão especial. Aquela sensação de que está dividindo o espaço com alguém na vida de outra pessoa. Acha até que aquele lugar não é seu... Insegurança, seguida de medo. Medo do que está longe. Medo do que pode voltar. Pensar nas possibilidades chega a ser torturante. O peito fica apertado. A garganta fecha. Os olhos podem até dar sinal de lágrimas. A cabeça gira em torno desse medo. E se eu perder? E se eu não for suficiente? Sentir-se pequeno é apenas um dos sintomas. Tremenda dificuldade de olhar as coisas boas nesse momento. O que resta é esperar passar. E esperar que seja algo momentâneo. Sentir vontade de apagar o passado, que se mostra impossível de ser apagado. Vontade de ser único. Egoísmo? Talvez. O melhor é não pensar no que é certo ou errado a se fazer. Pensar, melhor, no que é preciso fazer. A partir daí, quem sabe, esse espectro chamado insegurança possa esfacelar-se. Ou sumir por um tempo. Mas nem sempre a insegurança é algo ruim. Te faz valorizar o que realmente é importante para si. Te faz pensar em sempre melhorar para que o que conquistaste não se vá com o tempo.
Aquela sensação de estar andando sempre em corda bamba é aterrorizadora. Mas não te deixa estagnar. Pode até doer, mas te movimenta no caminho do progresso de si.
O que realmente deve ser contido é o sentimento de abatimento. Não se deixar envolver pelo momento, de maneira completa. É preciso refletir, mas não desesperar-se. (Ok, fale isso para alguém inseguro, e veja não surtir efeito algum...)
- Meu coração hoje aperta por saber o quanto significas para mim... Meu grito é silencioso, e meu medo é sincero. Sinto-me suspensa em um ar rarefeito, onde não consigo respirar. Aqui não há gravidade. O que me sustenta, não é o chão, é o sentimento que aqui guardo. Sinto-me tão frágil, onde um simples sopro de vento pode me derrubar. Mas não desistirei do que construí. Deixarei esse momento passar e então, sentirei os pés tocarem o chão novamente. E assim continuarei o caminho mais longo: para dentro de mim...
Aquela sensação de estar andando sempre em corda bamba é aterrorizadora. Mas não te deixa estagnar. Pode até doer, mas te movimenta no caminho do progresso de si.
O que realmente deve ser contido é o sentimento de abatimento. Não se deixar envolver pelo momento, de maneira completa. É preciso refletir, mas não desesperar-se. (Ok, fale isso para alguém inseguro, e veja não surtir efeito algum...)
- Meu coração hoje aperta por saber o quanto significas para mim... Meu grito é silencioso, e meu medo é sincero. Sinto-me suspensa em um ar rarefeito, onde não consigo respirar. Aqui não há gravidade. O que me sustenta, não é o chão, é o sentimento que aqui guardo. Sinto-me tão frágil, onde um simples sopro de vento pode me derrubar. Mas não desistirei do que construí. Deixarei esse momento passar e então, sentirei os pés tocarem o chão novamente. E assim continuarei o caminho mais longo: para dentro de mim...
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Clareando idéias...
Sobre os últimos acontecimentos, só confirmei uma idéia: ninguém sabe tanto sobre você, quanto você mesmo(a). Por mais que as pessoas tentem, elas não conseguem entender, de fato, o que você viveu. Elas podem achar que sabem sobre você, até mais do que você mesmo, mas não é verdade. Só você sabe o que viveu, o que sentiu, o que ouviu, o que pensou e o que presenciou. E até você mesmo erra em algumas constatações de si próprio, então, como os outros poderão acertar mais do que você, sobre você?
Então, o importante nisso tudo é reconhecer-se. Saber no que errou, pra tentar não erra mais, lá na frente e no que acertou. Saber no que pode melhorar para acertar, futuramente.
A partir disso, valorizar-se, daí, só então, as opiniões dos outros, serão apenas as opiniões dos outros.
Pra quê se justificar sobre os seus atos, a todo momento, para todo mundo? Antes de mais nada, a justificativa tem que ser para si mesmo.
Pra quê dar tantas respostas? Os outros também podem empenhar-se em lhe entender, se assim acharem que vale a pena o esforço.
Antes de tudo, olhar-se. Depois, analisar-se. Assim, mudar o que tiver que mudar, e deixar bem colocado o que deve permanecer. O importante é o bem-estar. Não mudar porque os outros preferem. Mudar porque VOCÊ prefere e se sente melhor.
Sinto, muitas vezes, que as pessoas apenas tem uma visão disforme sobre a minha pessoa. Que elas tenham então! Quem precisa ter uma visão clara sobre mim, de verdade, sou eu mesma. Quem precisa valorizar-se, antes de mais nada, sou eu mesma. Quem precisa amar-se, sou eu mesma. O que vier depois disso, é apenas bônus, fruto do que conquistei.
Na verdade, a chave-base está em mim. E enquanto eu não olhar, de verdade, pra mim, os outros terão total liberdade de me machucar com suas palavras duras, quando na verdade, são apenas palavras, que não deveriam me afetar.
Só eu posso evitar minhas mágoas. O que os outros fazem, são apenas o que fazem. Tenho que começar por mim, por minhas ações. Preciso viver e existir, e não apenas sobreviver, dia após dia. Eu posso, eu quero, eu preciso e eu vou crescer diante das dificuldades, diante das interpretações errôneas que fazem sobre mim, que antes e até esse momento, doíam, a partir de hoje, não mais. E tenho dito.
Na verdade, o que eu preciso, agora, urgentemente, é não me importar como eu me importava a algumas horas atrás. Preciso mesmo é deixar passar e não dar mais valor ao que, realmente, não tem valor nenhum.
As críticas que os outros fazem sobre mim, não doem tanto, quanto as que eu faço sobre mim. Então, que eu me enxergue, de fato. Que eu passe a entender e a reconhecer meus pontos positivos para que sejam cada vez mais desenvolvidos, e os pontos negativos, para que possam ser modificados aos poucos, sem tanto alarde, sem ser brusco.
O que os outros pensam, são só o que eles pensam. Quando, o que realmente importa, é o que eu penso sobre mim. É claro que a gente quer que as pessoas as quais gostamos também pensem bem da gente, mas nem sempre é assim. Então, o seguinte é fortalecer-se, olhar-se sempre com olhos de empenho e esperança de que tudo pode melhorar, sempre.
Não há nada bom, que não possa ser melhor ainda! (Cereja, T.)
Então, o importante nisso tudo é reconhecer-se. Saber no que errou, pra tentar não erra mais, lá na frente e no que acertou. Saber no que pode melhorar para acertar, futuramente.
A partir disso, valorizar-se, daí, só então, as opiniões dos outros, serão apenas as opiniões dos outros.
Pra quê se justificar sobre os seus atos, a todo momento, para todo mundo? Antes de mais nada, a justificativa tem que ser para si mesmo.
Pra quê dar tantas respostas? Os outros também podem empenhar-se em lhe entender, se assim acharem que vale a pena o esforço.
Antes de tudo, olhar-se. Depois, analisar-se. Assim, mudar o que tiver que mudar, e deixar bem colocado o que deve permanecer. O importante é o bem-estar. Não mudar porque os outros preferem. Mudar porque VOCÊ prefere e se sente melhor.
Sinto, muitas vezes, que as pessoas apenas tem uma visão disforme sobre a minha pessoa. Que elas tenham então! Quem precisa ter uma visão clara sobre mim, de verdade, sou eu mesma. Quem precisa valorizar-se, antes de mais nada, sou eu mesma. Quem precisa amar-se, sou eu mesma. O que vier depois disso, é apenas bônus, fruto do que conquistei.
Na verdade, a chave-base está em mim. E enquanto eu não olhar, de verdade, pra mim, os outros terão total liberdade de me machucar com suas palavras duras, quando na verdade, são apenas palavras, que não deveriam me afetar.
Só eu posso evitar minhas mágoas. O que os outros fazem, são apenas o que fazem. Tenho que começar por mim, por minhas ações. Preciso viver e existir, e não apenas sobreviver, dia após dia. Eu posso, eu quero, eu preciso e eu vou crescer diante das dificuldades, diante das interpretações errôneas que fazem sobre mim, que antes e até esse momento, doíam, a partir de hoje, não mais. E tenho dito.
Na verdade, o que eu preciso, agora, urgentemente, é não me importar como eu me importava a algumas horas atrás. Preciso mesmo é deixar passar e não dar mais valor ao que, realmente, não tem valor nenhum.
As críticas que os outros fazem sobre mim, não doem tanto, quanto as que eu faço sobre mim. Então, que eu me enxergue, de fato. Que eu passe a entender e a reconhecer meus pontos positivos para que sejam cada vez mais desenvolvidos, e os pontos negativos, para que possam ser modificados aos poucos, sem tanto alarde, sem ser brusco.
O que os outros pensam, são só o que eles pensam. Quando, o que realmente importa, é o que eu penso sobre mim. É claro que a gente quer que as pessoas as quais gostamos também pensem bem da gente, mas nem sempre é assim. Então, o seguinte é fortalecer-se, olhar-se sempre com olhos de empenho e esperança de que tudo pode melhorar, sempre.
Não há nada bom, que não possa ser melhor ainda! (Cereja, T.)
domingo, 10 de julho de 2011
R E L A X A R !
Sabe aquele momento em que a cabeça não pára de latejar com tantas idéias correndo soltas, ao mesmo tempo? Sabe aquele momento que você já pensou tanto, tanto, que já não sabe mais o que pensar? Sabe aquele momento em que nada parece funcionar, nada parece ter solução?
RELAXAR! Coisa que não faço. Pelo contrário, me cobro. E muito!
Admito: não tenho me feito tão feliz nesses últimos tempos. Na verdade, tenho errado muito comigo. Caramba, preciso me valorizar mais e não deixar a minha vida na mão de terceiros. Se essa é a minha vida, preciso, então, vivê-la. Viver e relaxar, eis a novidade. Tenho que parar um pouco de só olhar os meus defeitos, de só olhar aquilo que só me machuca e faz mal. Porque olhar isso me faz mal. Tá na hora de viver! Tá na hora de relaxar! Será que é tão difícil assim?
Não preciso de neuras. Não preciso de tantas cobranças. Só preciso de amor. Amor por mim mesma. A partir daí, coisas boas surgirão, acredito nisso. Não deveria duvidar do que trago aqui dentro desse peito, que já passou por tanta coisa, mas que não vai desistir de passar por mais coisas, enquanto os dias à minha frente existirem vívidos.
Então para começar, preciso amar-me. Me fazer feliz e me querer bem. Enquanto penso nisso, vou relaxando. E o que vem depois? Vai ser apenas fruto da minha conquista e do meu merecimento. Devo acreditar nisso. Farei o teste.
Agora, com licença, vou relaxar...
RELAXAR! Coisa que não faço. Pelo contrário, me cobro. E muito!
Admito: não tenho me feito tão feliz nesses últimos tempos. Na verdade, tenho errado muito comigo. Caramba, preciso me valorizar mais e não deixar a minha vida na mão de terceiros. Se essa é a minha vida, preciso, então, vivê-la. Viver e relaxar, eis a novidade. Tenho que parar um pouco de só olhar os meus defeitos, de só olhar aquilo que só me machuca e faz mal. Porque olhar isso me faz mal. Tá na hora de viver! Tá na hora de relaxar! Será que é tão difícil assim?
Não preciso de neuras. Não preciso de tantas cobranças. Só preciso de amor. Amor por mim mesma. A partir daí, coisas boas surgirão, acredito nisso. Não deveria duvidar do que trago aqui dentro desse peito, que já passou por tanta coisa, mas que não vai desistir de passar por mais coisas, enquanto os dias à minha frente existirem vívidos.
Então para começar, preciso amar-me. Me fazer feliz e me querer bem. Enquanto penso nisso, vou relaxando. E o que vem depois? Vai ser apenas fruto da minha conquista e do meu merecimento. Devo acreditar nisso. Farei o teste.
Agora, com licença, vou relaxar...
quarta-feira, 22 de junho de 2011
É você!
Como posso eu, ser a mesma, depois de ter te conhecido? Como posso eu, não me encantar contigo, todos os dias? Como não me surpreender contigo? Como não te amar? Trouxeste uma brisa boa, daquelas que acaricia o rosto e afaga os cabelos. A dádiva que tão gentilmente pude conhecer e conquistar. É você! É você que escolhi para estar ao meu lado, seja nas horas boas, seja nas ruins. É você que contribui para a minha alegria todas as manhãs. É você que planeja um futuro comigo. É você, amor meu! Entraste neste coração e não pretendes sair. Eu entrei no seu e também não pretendo sair. Vamos compartilhar o que a vida pode nos trazer de bom. Vamos viver JUNTOS esse amor que cresce, dia após dia, paulatinamente, quando as nossas paciências e compreensões alargam-se, quando sorrimos juntos, quando sentimos o abraço quentinho um do outro, quando nossos lábios se tocam e sentimos o mundo parar, nem que seja por uns instantes; o mundo, nesse momento, pertence somente a nós.
Amar-te... um privilégio! Farei o que preciso for para que esse privilégio continue comigo. Minha eterna conquista!
És aquele que, sinceramente, a cada dia que conheço, me apaixono mais.
É você... E ninguém mais!
Amar-te... um privilégio! Farei o que preciso for para que esse privilégio continue comigo. Minha eterna conquista!
És aquele que, sinceramente, a cada dia que conheço, me apaixono mais.
É você... E ninguém mais!
quarta-feira, 25 de maio de 2011
É preciso coragem!
Viver é um risco! Cada dia, ao acordar, um novo desafio. E para os desafios, o melhor remédio é a coragem. Coragem para acordar de um sono bom, para enfrentar um ônibus lotado, para chegar à aula mais chata do dia, para chegar ao trabalho, para ouvir o (a) chefe delegando inúmeras tarefas, para enfrentar a fila do banco, para enfrentar a fila do restaurante a kilo... coragem, coragem, coragem! Podem até dizer que é melhor, nesses momentos, ter paciência do que ter coragem. Porém, acredito que sem coragem, a paciência não é nada. É muito fácil sentar e esperar o melhor momento, coisa digna de paciência, agora o difícil é saber se levantar e agir quando esse tal momento chega. Muitas vezes a paciência pode gerar o comodismo. Por isso digo que a coragem é essencial!
Uma vez vi em um filme que coragem não é ausência de medo; coragem é, ainda assim, ter medo, mas não deixar que ele te domine; nada mais é do que o controle do medo.
Coragem para ser o que se é, é uma das "coragens" mais difíceis de se conquistar. O mundo tá aí, cheio de aparências, cheio de risos, abraços, beijos e elogios FALSOS, para conseguir um afeto, um trabalho, uma amizade... tudo por conveniência. O difícil é ser o que se é, mesmo que os outros insistam em lhe "condenar". Mas "condenam" muitas vezes, por não terem a mesma coragem que aquele indivíduo, que não tem amarras para assumir o que é, e quem é.
A idéia é essa: ser quem se é, não se vagloriando, nem se menosprezando. Apenas ser quem se é, gostando do que vê e do que sente, sempre buscando a melhoria. Não para os outros, mas para si. Por necessidade, não por conveniência, não para agradar.
"Quero ver você assumir quem se é, quero ver você olhar para si e gostar, quero ver você rir dos seus erros, e não se vangloriar dos acertos. Quero ver..." (Tami Cereja)
Coragem: eis o novo lema!
Uma vez vi em um filme que coragem não é ausência de medo; coragem é, ainda assim, ter medo, mas não deixar que ele te domine; nada mais é do que o controle do medo.
Coragem para ser o que se é, é uma das "coragens" mais difíceis de se conquistar. O mundo tá aí, cheio de aparências, cheio de risos, abraços, beijos e elogios FALSOS, para conseguir um afeto, um trabalho, uma amizade... tudo por conveniência. O difícil é ser o que se é, mesmo que os outros insistam em lhe "condenar". Mas "condenam" muitas vezes, por não terem a mesma coragem que aquele indivíduo, que não tem amarras para assumir o que é, e quem é.
A idéia é essa: ser quem se é, não se vagloriando, nem se menosprezando. Apenas ser quem se é, gostando do que vê e do que sente, sempre buscando a melhoria. Não para os outros, mas para si. Por necessidade, não por conveniência, não para agradar.
"Quero ver você assumir quem se é, quero ver você olhar para si e gostar, quero ver você rir dos seus erros, e não se vangloriar dos acertos. Quero ver..." (Tami Cereja)
Coragem: eis o novo lema!
quarta-feira, 27 de abril de 2011
É errado?
É errado querer a companhia de alguém que gostamos? É errado querer essa companhia, mesmo quando a pessoa está cansada, por causa de um dia exaustivo? Será que o cansaço é tão grande que essa pessoa não pode lhe dar um pouquinho dela, mesmo quando o que ela mais quer é uma boa noite de sono? Quer saber, não acho errado, mas nem sempre essa atitude pode ser interpretada assim. É tão ruim, quando você quer uma coisa simples, uma coisa básica, porém muito importante e você não pode ter. Lhe negam isso. Caramba, negar a presença é algo digno de se chatear. Não tem como. Por mais que se pense em possivelmente estar sendo injusto com a outra pessoa, se for pensar bem, pedir a companhia de alguém por um tempinho a mais não é uma coisa de outro mundo e nem irrealizável, a ponto de ninguém ser capaz de fazer. Não é perda de tempo, é ganho. E o pior é sentir aquela sensação de impotência, onde você se sente incapaz de aliviar, nem que seja um pouco, o cansaço de outrem, com palavras carinhosas, abraços, beijos, cafunés... Isso entristece qualquer um! E faz-nos pensar... Será que a nossa presença já não surte mais o efeito esperado, como antes? E que nada do que você faça, possa melhorar o dia de alguém? Dúvidas, dúvidas e mais dúvidas... Enquanto isso, um pouquinho de tristeza toma conta de um peito que carrega um coração que chora baixinho, trazendo aos olhos, lágrimas. A dorzinha incômoda que vem de dentro... Só espero que passe...
sábado, 19 de março de 2011
Essa velha desconhecida chamada Paciência.
Ela sempre existiu, antes mesmo de eu nascer. Cresci e vivi em um ambiente onde ela era, praticamente, uma desconhecida. Ela sempre esteve ali. E eu até queria que ela entrasse em minha vida, mas na prática eu acabava perdendo o caminho até ela. E até hoje é assim: andamos em paralelo.
Paciência... é uma palavra tão fácil de se dizer, soletrar, ler e entender, porém vivê-la é complicado.
Por essa introdução, uma coisa ficou clara: a paciência não é minha amiga. Pelo contrário, sou considerada uma das pessoas mais impacientes que as pessoas conhecem. É mole? Então, pensando nisso, resolvi refletir o por quê da paciência não ser uma constante em minha vida.
Aliás, o que mais eu tenho feito esses tempos é pensar. Pensar, pensar... até chegar nesse ponto: Por que eu não sou paciente? É, eu vivo em uma eterna pressa. Talvez até por causa desse mundo em que vivemos, em que a pressa é constante. Pressa para fazer isso, para fazer aquilo... E eu resolvi me brecar agora. Pensar e organizar mais a minha vida. Tomando cuidado com as minhas escolhas e como elas vão afetar os que estão próximos de mim.
Minha maior vontade era de ser aquela pessoa super zen, de boa e segura de si. Mas eu não sou assim... Porém a batalha continua. E o caminho para a paciência é longo, mas se eu começar agora, talvez em breve eu seja uma pessoa mais paciente. Depende e muito da minha persistência. Situações para testar minha paciência e persistência vão aparecer todos os dias, basta eu saber aproveitar e treinar.
Não vai ser de uma hora para outra que eu modificarei isso, eu sei. E confesso que eu já queria ter essa característica desde sempre, mas já que não é assim, o jeito é perseguir essa tal paciência. Quem sabe ela não se torne minha conhecida, quem sabe até não se torne minha amiga, não é? Só o tempo para responder essa pergunta. Enquanto isso vou contando até 20 quando alguma situação me incomodar, saber a hora de falar e a hora de calar, enfim... isso talvez seja o básico, mas é dele que eu vou começar.
Só me desejem uma coisa nessa empreitada árdua: Paciência!
- Obrigada, é disso mesmo que precisarei... De paciência para conseguir a paciência.
Vou nessa, então. Paciência, aí vou eu!
Paciência... é uma palavra tão fácil de se dizer, soletrar, ler e entender, porém vivê-la é complicado.
Por essa introdução, uma coisa ficou clara: a paciência não é minha amiga. Pelo contrário, sou considerada uma das pessoas mais impacientes que as pessoas conhecem. É mole? Então, pensando nisso, resolvi refletir o por quê da paciência não ser uma constante em minha vida.
Aliás, o que mais eu tenho feito esses tempos é pensar. Pensar, pensar... até chegar nesse ponto: Por que eu não sou paciente? É, eu vivo em uma eterna pressa. Talvez até por causa desse mundo em que vivemos, em que a pressa é constante. Pressa para fazer isso, para fazer aquilo... E eu resolvi me brecar agora. Pensar e organizar mais a minha vida. Tomando cuidado com as minhas escolhas e como elas vão afetar os que estão próximos de mim.
Minha maior vontade era de ser aquela pessoa super zen, de boa e segura de si. Mas eu não sou assim... Porém a batalha continua. E o caminho para a paciência é longo, mas se eu começar agora, talvez em breve eu seja uma pessoa mais paciente. Depende e muito da minha persistência. Situações para testar minha paciência e persistência vão aparecer todos os dias, basta eu saber aproveitar e treinar.
Não vai ser de uma hora para outra que eu modificarei isso, eu sei. E confesso que eu já queria ter essa característica desde sempre, mas já que não é assim, o jeito é perseguir essa tal paciência. Quem sabe ela não se torne minha conhecida, quem sabe até não se torne minha amiga, não é? Só o tempo para responder essa pergunta. Enquanto isso vou contando até 20 quando alguma situação me incomodar, saber a hora de falar e a hora de calar, enfim... isso talvez seja o básico, mas é dele que eu vou começar.
Só me desejem uma coisa nessa empreitada árdua: Paciência!
- Obrigada, é disso mesmo que precisarei... De paciência para conseguir a paciência.
Vou nessa, então. Paciência, aí vou eu!
quinta-feira, 17 de março de 2011
Olá, sentimento! Você por aqui?
E ele chegou. Pode não ser o mais perfeito, mas é o que sinto. É o que me trouxe as boas novas. Posso, eu, deixar que ele vá embora? Não. Quero mesmo que fique. Eu só preciso me preparar para recebê-lo. Ele chegou tão de mansinho. Não houve pressa. Porém o medo tornou-se um obstáculo. A insegurança... ah, a insegurança! Ela não pediu licença e aqui se instalou, aonde só o sentimento deveria estar. Agora estou contornando e fazendo o caminho de volta. Eu preciso expulsar essa "inquilina" indesejada daqui. Eu PRECISO.
Ó sentimento que me faz bem, que limpa minh'alma dessas impurezas pretéritas. Fique! Fique mais um pouco, para que eu possa superar o que há de ruim. Fique e continue comigo. Mas por que peço isso? Acho que te machuquei. Não, eu realmente te machuquei. Eu preciso encontrar o tom. Entenda, não é fácil!
Me ensinaste o caminho da simplicidade... o sorrir de um jeito bobo, que eu desconhecia ou simplesmente não queria conhecer. Depois que chegaste nada mais foi o mesmo. Depois do furacão, encontrei a paz. A tua paz que tão gentilmente compartilhaste comigo. Só assim pude fortalecer e reavivar minhas cores.
Agora entenda, que o tempo é nosso amigo e eu vou usá-lo a nosso favor. Mesmo que fiquemos assim um tanto quanto como estranhos por um tempo, o sentimento está guardado. Na verdade, transborda. Em cada riso, cada gesto. Eu já perdi meu outro eu pelo caminho. E quer saber, é tão melhor agora contigo.
Eu gosto mesmo é de sentir a mudança. Sentimento tão gentil e doce, és tão sublime! Cuidarei de ti, mesmo que de um jeito totalmente sem-jeito.
Eu vou sorrir, eu vou mostrar ao mundo o quanto estou aqui, cada vez mais viva, depois que chegaste. Depois que aprendi a sorrir assim, não sei mais sorrir de outro jeito.
Eu vou pegar em sua mão e vou. Eu vou!
Ó sentimento que me faz bem, que limpa minh'alma dessas impurezas pretéritas. Fique! Fique mais um pouco, para que eu possa superar o que há de ruim. Fique e continue comigo. Mas por que peço isso? Acho que te machuquei. Não, eu realmente te machuquei. Eu preciso encontrar o tom. Entenda, não é fácil!
Me ensinaste o caminho da simplicidade... o sorrir de um jeito bobo, que eu desconhecia ou simplesmente não queria conhecer. Depois que chegaste nada mais foi o mesmo. Depois do furacão, encontrei a paz. A tua paz que tão gentilmente compartilhaste comigo. Só assim pude fortalecer e reavivar minhas cores.
Agora entenda, que o tempo é nosso amigo e eu vou usá-lo a nosso favor. Mesmo que fiquemos assim um tanto quanto como estranhos por um tempo, o sentimento está guardado. Na verdade, transborda. Em cada riso, cada gesto. Eu já perdi meu outro eu pelo caminho. E quer saber, é tão melhor agora contigo.
Eu gosto mesmo é de sentir a mudança. Sentimento tão gentil e doce, és tão sublime! Cuidarei de ti, mesmo que de um jeito totalmente sem-jeito.
Eu vou sorrir, eu vou mostrar ao mundo o quanto estou aqui, cada vez mais viva, depois que chegaste. Depois que aprendi a sorrir assim, não sei mais sorrir de outro jeito.
Eu vou pegar em sua mão e vou. Eu vou!
terça-feira, 15 de março de 2011
Highway to Hell, let's go?
Mais um início de semestre está se aproximando... Acho que agora o titulo desse post fez sentido para quem está lendo. E também foi por isso que eu coloquei essa foto ao lado, porque é mais ou menos assim que estarei a partir da próxima semana.
Primeiramente, nem será um semestre. Olha quando iremos começar... NO FIM DO MÊS DE MARÇO! É, universidade pública tem dessas "surpresas". Superado (?) este trauma (eterno?), passemos para o próximo quesito.
Ainda a pouco, conversando com um amigo, pude ler a seguinte frase: "Estou no sétimo semestre, e a sensação de não saber praticamente nada me assombra.". Bom, eu, apesar de ainda estar no 3º semestre, já sinto essa sensação. Caramba, e o tempo passa rápido. Me lembro como se fosse ontem quando eu entrei na universidade, e agora já estou no segundo ano. Que rápido! E um dos meus medos é o de não aproveitar, de fato, o que a universidade tem para me oferecer. Eu sei que é de praxe, ainda mais nesse início de ano, dizer que vai ser diferente, que eu vou me empenhar mais, daí quando dezembro chega, você percebe que passou o tempo e você não cumpriu praticamente nada do que disse. Bom, eu passo por isso todos os anos (gargalhadas), mas ainda está em tempo de mudar, né, gente?
Acho que é válido fazer uma lista do que fazer durante os dias, semanas e meses desse ano. A famigerada lista... o que importa é que ela vai ser feita. E espero cumprir, e se espero! Comecem a fazer as suas, caros colegas ;)
E outra: até o ano passado eu não sentia a mínima vontade de trabalhar. Ainda estava na fase de adaptação na universidade. Eis que essa fase nunca irá ter fim (universidade é bicho estranho, falo logo), mas esse ano algo mudou. A vontade de trabalhar surgiu, e agora? E tudo isso porque, convenhamos, é um saco ter que ficar pedindo dinheiro para o pai todo o tempo. Está na hora de ter a minha grana, né? Algo para chamar de meu (risos). Então tá, preparei o currículo, pobrezinho, quase nada. Foi aí que eu percebi o quanto ainda preciso crescer e muito na minha vida, não só em altura (RÁ!).
Além disso, preciso participar mais dos eventos que a universidade oferece. Como disseram logo quando entrei: É preciso viver a universidade. Eis a pergunta: como? Tem tanta coisa lá, que às vezes eu me perco. E é aí que o site da instituição ajuda, mas SÓ um pouco.
Partindo dessa questão, eis um outro problema: a falta de divulgação de informações lá é imensa. Se você não tiver a sorte de conhecer pessoas que vão com a sua cara para te passar essas informações, se você não correr atrás e nem andar pela universidade, contente-se: você irá viver no seu mundinho enclausurado em uma bolha PARA SEMPRE. Lá as coisas não caem do céu (só se você tiver boas influências para te colocar a par dos acontecimentos, o que eu, na verdade AINDA não tenho. A mim, ainda resta a opção de correr atrás mesmo).
Papo é o seguinte, direto e reto: Ou você se esperta dentro daquele mini(?)-mundo ou então você só vai passear lá mesmo. Acontece muita coisa que você nem sonha, só porque você "dorme no ponto". E como já dizia a música: Camarão que dorme a onda leva. Então, tá na hora de acordar e viver essa realidade da melhor maneira. E essa maneira, só você pode definir qual é. A minha ainda está em análise. E mesmo que estivesse pronta eu não iria contar aqui, tá? Sou má =B (risada maléfica).
Beijos meus queridos (ou coitados) universitários. Espero que ALCANCEM a minha idéia, certo? (essa vai especialmente para os alunos da digníssima professora Ieda). Fica a dica ;)
Primeiramente, nem será um semestre. Olha quando iremos começar... NO FIM DO MÊS DE MARÇO! É, universidade pública tem dessas "surpresas". Superado (?) este trauma (eterno?), passemos para o próximo quesito.
Ainda a pouco, conversando com um amigo, pude ler a seguinte frase: "Estou no sétimo semestre, e a sensação de não saber praticamente nada me assombra.". Bom, eu, apesar de ainda estar no 3º semestre, já sinto essa sensação. Caramba, e o tempo passa rápido. Me lembro como se fosse ontem quando eu entrei na universidade, e agora já estou no segundo ano. Que rápido! E um dos meus medos é o de não aproveitar, de fato, o que a universidade tem para me oferecer. Eu sei que é de praxe, ainda mais nesse início de ano, dizer que vai ser diferente, que eu vou me empenhar mais, daí quando dezembro chega, você percebe que passou o tempo e você não cumpriu praticamente nada do que disse. Bom, eu passo por isso todos os anos (gargalhadas), mas ainda está em tempo de mudar, né, gente?
Acho que é válido fazer uma lista do que fazer durante os dias, semanas e meses desse ano. A famigerada lista... o que importa é que ela vai ser feita. E espero cumprir, e se espero! Comecem a fazer as suas, caros colegas ;)
E outra: até o ano passado eu não sentia a mínima vontade de trabalhar. Ainda estava na fase de adaptação na universidade. Eis que essa fase nunca irá ter fim (universidade é bicho estranho, falo logo), mas esse ano algo mudou. A vontade de trabalhar surgiu, e agora? E tudo isso porque, convenhamos, é um saco ter que ficar pedindo dinheiro para o pai todo o tempo. Está na hora de ter a minha grana, né? Algo para chamar de meu (risos). Então tá, preparei o currículo, pobrezinho, quase nada. Foi aí que eu percebi o quanto ainda preciso crescer e muito na minha vida, não só em altura (RÁ!).
Além disso, preciso participar mais dos eventos que a universidade oferece. Como disseram logo quando entrei: É preciso viver a universidade. Eis a pergunta: como? Tem tanta coisa lá, que às vezes eu me perco. E é aí que o site da instituição ajuda, mas SÓ um pouco.
Partindo dessa questão, eis um outro problema: a falta de divulgação de informações lá é imensa. Se você não tiver a sorte de conhecer pessoas que vão com a sua cara para te passar essas informações, se você não correr atrás e nem andar pela universidade, contente-se: você irá viver no seu mundinho enclausurado em uma bolha PARA SEMPRE. Lá as coisas não caem do céu (só se você tiver boas influências para te colocar a par dos acontecimentos, o que eu, na verdade AINDA não tenho. A mim, ainda resta a opção de correr atrás mesmo).
Papo é o seguinte, direto e reto: Ou você se esperta dentro daquele mini(?)-mundo ou então você só vai passear lá mesmo. Acontece muita coisa que você nem sonha, só porque você "dorme no ponto". E como já dizia a música: Camarão que dorme a onda leva. Então, tá na hora de acordar e viver essa realidade da melhor maneira. E essa maneira, só você pode definir qual é. A minha ainda está em análise. E mesmo que estivesse pronta eu não iria contar aqui, tá? Sou má =B (risada maléfica).
Beijos meus queridos (ou coitados) universitários. Espero que ALCANCEM a minha idéia, certo? (essa vai especialmente para os alunos da digníssima professora Ieda). Fica a dica ;)
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Brilhar!
Brilhar! Este, além de ser o novo tema do meu blog, corresponde à nova fase da minha vida. Bom, talvez vocês até se perguntem o por que disso tudo, e aqui vai a resposta: muita coisa mudou em minha vida nesses últimos tempos. Devo ressaltar que essa mudança foi brusca. Um verdadeiro "furacão" mudou as coisas de lugar. E ainda continua mudando. Muitas das coisas que eu pensava acabaram sendo derrubadas, dando lugar a novas coisas, novas idéias, novas atitudes, novas pessoas, novos sentimentos... enfim, tudo novo, de novo. É, de novo. Afinal, a vida precisa dessas mudanças repentinas vez ou outra, caso contrário, viver seria muito chato.
Esses dias tenho pensado, repensado e trepensado no rumo em que a minha vida está tomando. É tão estranho... há um tempo atrás eu acreditava em certas coisas, as tinha como corretas e eu até me recusava a pensar em outros fatores que pudessem derrubá-las, até mesmo inconscientemente isso acontecia, era como se estivesse no automático... mas eu mal podia esperar... um "vendaval" me alcançou, e levou essas tais coisas para bem longe de mim... o que fazer agora? Cá estou, tentando, não correr atrás dessas velhas coisas, mas buscando as novas... Já estava na hora, pensando bem...
Então, a primeira coisa que resolvi buscar foi o brilho. Brilho de um novo "eu". Brilho em uma vida, que agora velozmente ultrapassa todo o ultrapassado. Ultrapassar o ultrapassado é difícil, sabia? E para isso, somente o brilho. E eu tô mesmo muito afim de brilhar. Um brilho que não é seu, não é dele e nem dela. Um brilho que é meu. Um brilho peculiar.
Agora só posso dizer que, oficialmente, se inicia uma nova fase em minha vida. A fase do brilho. Espero sinceramente que essa fase chegue para você, a ponto de lhe fazer abandonar as coisas corretas, arriscá-las, apostar bem alto para ter as coisas duvidosas. Mas afinal, o que é correto? O que é duvidoso? Duvidoso é ficar com o correto, ou o correto é não ficar com o duvidoso? Perguntas, perguntas, perguntas... Respostas são boas, mas as perguntas... ah, as perguntas... elas fazem o mundo girar. Pelo menos, o meu girou e o seu?
E que viva o brilho. Um conselho, ou se preferir, uma dica: Brilhe!
Esses dias tenho pensado, repensado e trepensado no rumo em que a minha vida está tomando. É tão estranho... há um tempo atrás eu acreditava em certas coisas, as tinha como corretas e eu até me recusava a pensar em outros fatores que pudessem derrubá-las, até mesmo inconscientemente isso acontecia, era como se estivesse no automático... mas eu mal podia esperar... um "vendaval" me alcançou, e levou essas tais coisas para bem longe de mim... o que fazer agora? Cá estou, tentando, não correr atrás dessas velhas coisas, mas buscando as novas... Já estava na hora, pensando bem...
Então, a primeira coisa que resolvi buscar foi o brilho. Brilho de um novo "eu". Brilho em uma vida, que agora velozmente ultrapassa todo o ultrapassado. Ultrapassar o ultrapassado é difícil, sabia? E para isso, somente o brilho. E eu tô mesmo muito afim de brilhar. Um brilho que não é seu, não é dele e nem dela. Um brilho que é meu. Um brilho peculiar.
Agora só posso dizer que, oficialmente, se inicia uma nova fase em minha vida. A fase do brilho. Espero sinceramente que essa fase chegue para você, a ponto de lhe fazer abandonar as coisas corretas, arriscá-las, apostar bem alto para ter as coisas duvidosas. Mas afinal, o que é correto? O que é duvidoso? Duvidoso é ficar com o correto, ou o correto é não ficar com o duvidoso? Perguntas, perguntas, perguntas... Respostas são boas, mas as perguntas... ah, as perguntas... elas fazem o mundo girar. Pelo menos, o meu girou e o seu?
E que viva o brilho. Um conselho, ou se preferir, uma dica: Brilhe!
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